Linus Loeliger faz vida “voltar ao normal” com título no Super High Roller Bowl; confira mais campeões

Por: 30/05/2020

Linus Loeliger andava apresentando performance fraca nos torneios do Super High Roller Bowl

Linus Loeliger 450É uma das expressões que mais se ouve nesses últimos tempos: novo normal.

Confesso que estava estranho. Dia após dia o nome de Linus Loeliger – ou Linus Alarik Loeliger, para ser mais exato – teimava em não aparecer nas mesas finais dos torneios do Super High Roller Bowl do partypoker. Não que o craque não estivesse jogando. Estava. Porém sua performance andava abaixo da média para um dos melhores jogadores de poker do mundo, com seu nome aparecendo bem distante da zona de premiação e, frequentemente, entre a primeira metade eliminada. Sabemos que a variância pode ser cruel. Seria esse o novo normal?

Não. O suíço jogando com a bandeira da Áustria finalmente venceu. Na reta de ontem, 29, derrubou 76 jogadores no Super High Roller Bowl #18 ($10.300, NLH 6-Max) e, enfim, fez o mundo do poker voltar à normalidade.

Para ficar com o título, o dono da famosa conta LLinusLLove derrotou o espanhol radicado no Reino Unido Vicent Bosca Ramon – que já soltou o grito de campeão no SHRB e é um dos destaques da série – no heads-up, e engordou a obesa conta em mais US$ 237.732.

Os últimos dias também viram as vitórias de Adrian Mateos, no Evento #17, que valeu US$ 527.509 ao vencer o americano radicado no México Seth Davies, no heads-up, e de Artur Martirosian e Mark Radoja nos eventos #16 e #15, respectivamente. Enquanto Artur bateu o finlandês Samuel Vousden, o uropan, para embolsar US$ 234.604, Mark venceu o compatriota de Samuel Pauli Ayras, e puxou US$ 195.000.

Ao menos no poker as coisas parecem voltar à desejada normalidade.

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Alex Faccini

Alex Faccini

Conheceu o poker em 2006 através da ESPN, em uma mesa que contava com Sam Farha e Phil Ivey. Se apaixonou pelo jogo e pela malandragem de Farha, o único jogador com sangue HUE BR. Passou pelas faculdades de Direito e Publicidade, sem concluir nem uma, nem outra. Apaixonado por cinema, música, literatura e outras artes mais, aprendeu a jogar sinuca em botecos com tiozinhos tomando cachaça, e tem a certeza que vivemos em uma Matrix. Sempre se esquece de encher as formas de gelo.

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