Mesa final do Main Event tem tiozão como vice-líder e Argentina conquistando sua primeira FT.
Chegar à mesa final do Main Event já é difícil e, vamos combinar, é muito mais sorte do que qualquer outra coisa. Mas e chegar duas vezes entre os nove finalistas? Pois este foi o destino do americano Ben Lamb e do francês Antoine Saute.
Ben é o nome mais forte entre os finalistas. Com US$ 7,2 milhões em ganhos na carreira, ele tem um bracelete da série, conquistado em 2011, no difícil $10.000 PLO Championship, e conheceu o gosto da FT do Main em 2011, quando foi terceiro colocado e faturou US$ 4.021.138. Como ponto fraco, ele tem o menor stack da mesa final e suas 18.050.000 fichas significam apenas 22 big blinds quando o jogo reiniciar com oito minutos restantes no nível 400.000/800.000 ante 100.000.
Outro conhecedor da mesa final do Main Event é Antoine Saout que, embora conte com um currículo bem menos impressionante que o de Ben, com US$ 5,5 milhões em ganhos mas sem títulos de renome, também já foi terceiro colocado do evento principal da World Series, em 2009 (que valeu US$ 3.479.670), e no ano passado teve mais uma vez um belo desempenho, sendo eliminado na 25ª posição. Com 21.750.000 fichas, ele é o sétimo colocado.
A liderança cabe ao americano Scott Blumstein (US$ 312.142 em ganhos e primeiro ITM no Main Event), com 97.250.000 fichas. Ele é seguido de perto pelo simpático inglês John Hesp (clique aqui e conheça mais sobre o humilde tiozão), com 85.700.000.000. Ambos tem ótima vantagem sobre o francês Benjamin Pollak (US$ 2,9 milhões na carreira), que é o melhor colocado entre os finalistas no ranking GPI (119º lugar) e que tem 35.175.000 fichas.
Outro destaque da mesa final é que se trata da primeira FT da história dos argentinos através de Damian Salas. Com 22.175.000 fichas, Damian é o sexto colocado e tem um currículo interessante: com pouco mais de US$ 900 mil em prêmios, o jogador já fez mesa final da WSOP (5º no Evento #50, NLH Shootout, de 2016, para US$ 64.129), e tem premiações em vários torneios ao redor do mundo, como Espanha, Bahamas, Panamá, Chile, Uruguai e já conquistou troféus no High Roller da BSOP.
Completam a mesa os americanos Bryan Piccioli, com 33.800.000 fichas (4º stack, US$ 1,9 milhões em prêmios), Dan Ott, com 26.475.000 (6º stack, US$ 3.656 em prêmios) e o inglês Jack Sinclair, com 20.200.000 (8º stack, US$ 13.500 em prêmios).
A WSOP dá uma parada de dois dias e a decisão do bracelete do Main Event acontece a partir do dia 20 (quinta-feira), às 21:30 min (de Brasília), com cobertura direta do Rio Casino do MaisEV.
Chip Count Mesa Final Main Event
1º- Scott Blumstein: 97.250.000 (122 big blinds)
2º- John Hesp: 85.700.000 (107 bb’s)
3º- Benjamin Pollak: 35.175.000 (44 bb’s)
4º- Bryan Piccioli: 33.800.000 (42 bb’s)
5º- Dan Ott: 26.475.000 (33 bb’s)
6º- Damian Salas: 22.175.000 (28 bb’s)
7º- Antoine Saout: 21.750.000 (27 bb’s)
8º- Jack Sinclair: 20.200.000 (25 bb’s)
9º- Ben Lamb: 18.050.000 (22 bb’s)
Premiação
1º- US$ 8.150.000
2º- US$ 4.700.000
3º- US$ 3.500.000
4º- US$ 2.600.000
5º- US$ 2.000.000
6º- US$ 1.675.000
7º- US$ 1.425.000
8º- US$ 1.200.000
9º- US$ 1.000.000
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