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	<title>José Irineu &#8211; MaisEV</title>
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	<title>José Irineu &#8211; MaisEV</title>
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		<title>Cotas para negros no poker</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Irineu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 16:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog do Irineu]]></category>
		<category><![CDATA[André Akkari]]></category>
		<category><![CDATA[Holdem]]></category>
		<category><![CDATA[José Irineu]]></category>
		<category><![CDATA[Poker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fala galera beleza? O Akkari fez um post polêmico e bem oportuno na minha opinião, algo que eu já pensei várias vezes e nunca levantei a questão por um motivo que vou elaborar ao longo do post. A gente vive em um país racista pra cacete! Prova disso é que a gente não aceita nem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fala galera beleza?</p>
<p>O Akkari fez um <a href="http://aakkari.wordpress.com/2013/09/21/cade-os-negros-no-poker/" target="_blank">post polêmico</a> e bem oportuno na minha opinião, algo que eu já pensei várias vezes e nunca levantei a questão por um motivo que vou elaborar ao longo do post.</p>
<p>A gente vive em um país racista pra cacete! Prova disso é que a gente não aceita nem discutir o assunto, haja visto um tópico bizarro que foi aberto no MaisEV com posts vergonhosos de pessoas que em outros assuntos conseguem ser equilibrados e racionais, mas quando o assunto é cor de pele entram em um modo irracional de postar e não conseguem perceber coisas que são bem óbvias. Um negro reclamando de racismo NUNCA é ouvido, é sempre coisa da nossa cabeça, a pessoa não teve a intenção, estamos sendo muito radicais e todas essas frases prontas que eu ouço desde a infância.</p>
<p>Eu estenderia o <a href="http://aakkari.wordpress.com/2013/09/21/cade-os-negros-no-poker/" target="_blank">post do Akkari</a> para cadê os negros na nossa sociedade, porque a gente não está presente em lugar nenhum, seja na universidade ou em profissões mais clássicas, não existe negro na sociedade. Imagine a figura de um médico, agora imagina o perfil de um advogado, um professor universitário, um CEO de uma multinacional, um piloto de avião, imaginou todas essas pessoas, quantas delas na sua cabeça eram negras? 0 né? Quem responder diferente disso não vive no Brasil ou é mentiroso.</p>
<p>Eu posso afirmar isso porque negro está restrito a profissões menos valorizadas e que consequentemente pagam muito menos e isso vira um ciclo que eu não vejo fim. Você nasce em uma família pobre, que não tem acesso a um estudo, cresce ilhado. Em São Paulo a gente usa o termo periferia ou &#8220;da ponte pra lá&#8221; porque infelizmente o negro não atravessa a ponte, cresce sem acesso a um trabalho que pague melhor, tem filhos que não vão ter acesso a educação e assim se perpetua um ciclo perverso.</p>
<p>Já sei, já sei, você vai falar do Joaquim Barbosa, que ele é negro e conseguiu, ok, claro que dentre um universo de metade do país, alguns vão conseguir vencer todos os obstáculos e chegar a uma posição de destaque, mas eles são exceções e a exceção não pode ser vista como regra. A enorme maioria continua na periferia, sem poder desenvolver seu potencial, simplesmente porque não tem acesso a um ensino decente que o coloque na universidade depois e consequentemente ele tenha acesso pleno a sociedade.</p>
<p>Eu também sou exceção, fui profissional de poker por 5 anos, antes disso frequentei a universidade por 3 anos e antes disso joguei basquete desde as categorias de base e posso dizer que vivi boa parte da minha vida sem ver um negro ao meu lado. O acesso ao basquete se dá por clubes, você aprende a jogar basquete dentro de um clube, que cobra uma mensalidade dos sócios, por vezes bem caras, como a do clube Pinheiros ou do Paulistano e pra chegar ao clube só com alguma indicação. Mesmo assim a maioria dos clubes tem um limite pra jogadores não associados, então o comum durante a minha infância era ter mais um ou dois jogadores negros no time, em uma equipe de 15 jogadores. Depois universidade e aí é covardia. Isso porque eu cursei um curso não tão prestigiado, educação física em uma universidade que tradicionalmente dá muitas bolsas de estudo, tanto pela condição econômica, quanto por mérito esportivo e mesmo assim, os negros no curso não chegavam a 10%, sendo a enorme maioria atleta. Nos cursos mais tradicionais como engenharia, economia e psicologia eu não me assustaria se fosse constatado que negros não somam 1% dos alunos. Em uma população miscigenada como a brasileira é muito grave termos essa discrepância.</p>
<p>Aí veio o poker e bum de novo, acho que devo ter sido o único profissional negro de poker no Brasil, lembro de ter jogado contra uns 3 negros, sendo um deles americano e sim já sofri preconceito na mesa de poker, foi apenas uma vez, mas aconteceu.</p>
<p><a href="http://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/09/cotas_2.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-40767 aligncenter" alt="Cotas" src="http://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/09/cotas_2.jpg" width="500" height="390" srcset="https://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/09/cotas_2.jpg 500w, https://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/09/cotas_2-300x234.jpg 300w, https://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/09/cotas_2-35x27.jpg 35w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></p>
<p>Pode ser que até aqui você tenha um monte de argumento para colocar, não tenha concordado com nada, ou tenha me achado radical, que é coisa da minha cabeça, que não é bem assim e aí voltamos pro primeiro parágrafo. Eu já cansei de frases prontas. Como disse, mesmo os mais sensatos e ponderados soltam esses impropérios quando estão discutindo racismo e isso acontece principalmente porque temos uma enorme dificuldade em nos colocar no lugar dos outros. É necessário bastante empatia pra que você consiga entender o que o outro passa e como pequenos detalhes criam o monstro que é esse apartheid existente no nosso país hoje, principalmente em São Paulo, que é a cidade que eu moro.</p>
<p>Empatia é uma qualidade difícil de desenvolver, porque requer que você deixe de lado quem você é pra entender outra pessoa passa e isso é muito difícil. Eu sou negro, progressista, defendo direitos iguais pra todo mundo e por vezes já soltei discurso pronto contra vegetarianos e contra o movimento feminista, na mesma linha do que eu ouço de pessoas brancas quando o assunto é racismo, ou seja, eu reclamava de racismo, mas na hora de ouvir uma feminista eu me fechava, talvez isso seja da natureza humana, ou pode ser só ignorância mesmo, mas o fato é que isso acontece e com uma frequência muito grande.</p>
<p>Pra você entender o racismo, feminismo ou a causa gay, antes de qualquer coisa precisa entender como o preconceito atinge essas pessoas desde a infância e como isso cria dificuldades que faz com que elas tenham problemas pra se desenvolver ao longo da vida. Hoje depois de me colocar no lugar das pessoas, ouvir as suas reclamações, tentar pensar &#8220;E se fosse comigo?&#8221; eu consegui formar uma opinião mais ampla sobre o assunto como um todo.</p>
<p>A real é que se você for homem, heterossexual e branco, você praticamente não tem nada o que dizer, guarde os seus achismos quando a questão for discriminação de minorias e tente entender o que passa uma mulher, um negro e um gay ao longo da vida antes de sair dando chilique pra dizer que não concorda com cotas, que feminista é mal comida e que hoje em dia errado é ser heterossexual. O mais engraçado é que quem não concorda com reivindicações de minorias é invariavelmente branco, homem e hétero, isso deveria dizer algo a vocês né? Eu digo vocês porque estamos no lugar em que o público majoritário é esse.</p>
<p>Exposta de maneira resumida minha opinião, acho a ideia do Akkari muito boa. É um cara que entende que a situação racial no Brasil é tratada com descaso, provavelmente por ter um irmão negro e ver de perto as dificuldades que a nossa raça tem. A única coisa que eu discordo dele é que infelizmente o descaso nesse assunto vem da parte da população mesmo e não dos governantes, que nesse caso até fazem algo, como as cotas raciais, que não é uma maneira ótima de resolver a situação, mas é um ótimo paliativo de curto prazo. No caso do poker o impacto é nulo na sociedade, mas não deixa de ser uma iniciativa bacana e principalmente se beneficiar um negro que sem isso não teria acesso ao poker e quem sabe se isso de repente revela um grande jogador, fazendo mesas finais por aí. Isso pode ser um incentivo pra um pretinho lá na periferia que acha que a única maneira de ser bem sucedido na vida é jogando bola.</p>
<p>O mais perverso de tudo isso é que a criança negra não se reconhece em nada na sociedade, ela não conhece médico negro, ela não conhece dono de empresa negro, não conhece professor negro, esse tipo de coisa mina a auto estima da criança que vai crescer achando que o lugar dela é realmente do lado de lá da ponte e que ela não tem nada o que fazer por aqui, mesmo que ela tenha um potencial alto. A ideia de ter um negro em um time de poker muda não só a vida de quem for jogar como muda a percepção de quem está em volta. Essa pessoa passa a ser exemplo de que tem uma saída, de que não precisa repetir esse ciclo perverso. O fato de só ter branco no poker passa pelo fato do cara assistir torneios e pensar que aquilo não é pra ele, até de pensar que ele não vai ser bem recebido naquele meio.</p>
<p>Esse o motivo pelo qual eu sempre reforcei que eu sou negro. Algumas pessoas podem achar que não sou por causa desse bronzeado saudável de escritório que eu adquiri ao longo dos anos, mas o fato é que meu pai é negro, minha mãe é negra. O tom da minha pele não quer dizer muita coisa nessa equação. Mas sempre tive cabelo black power, sempre usei gírias de periferia, sempre me comportei como sempre fui, justamente pra mostrar pra outros negros uma visão diferente da vida, que dá pra ser algo a mais e que não precisamos nos limitar.</p>
<p>Muito mais há que ser dito e debatido nesse assunto, eu só arranhei a superfície pra justificar meu apoio à atitude do Akkari e a repercussão que isso teve só demonstra que o Brasil ainda é um país racista pra caralho!</p>
<p>Abraços!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Branco, negro, amarelo ou pardo, na <a href="http://www.lojamaisev.com/" target="_blank">Loja MaisEV </a>não tem discriminação. Visite e melhore seu jogo com softwares e livros de poker!</em></p>
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		<title>Podcast sobre o início do poker no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Irineu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Nov 2013 13:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog do Irineu]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Kruel]]></category>
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		<category><![CDATA[José Irineu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E aí MaisEV, beleza? Pra voltar a falar um pouco sobre o nosso joguinho, hoje eu trago algo do fundo do baú. Em 2008 logo no início da carreira, quando eu tinha saído de casa aconteceu aquele episódio da Red Nines que fechou as portas com o dinheiro dos jogadores dentro, inclusive tem um tópico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>E aí MaisEV, beleza?</p>
<p>Pra voltar a falar um pouco sobre o nosso joguinho, hoje eu trago algo do fundo do baú.</p>
<p>Em 2008 logo no início da carreira, quando eu tinha saído de casa aconteceu aquele episódio da Red Nines que fechou as portas com o dinheiro dos jogadores dentro, inclusive tem um <a href="http://www.maisev.com/forum/novidades-e-opinioes/9052-rednines-microgaming.html" target="_blank">tópico no fórum</a> sobre isso. Foi com certeza a época mais tensa da minha carreira, eu não tinha um ano como profissional e me deparei com o bankroll perdido e morando sozinho.</p>
<p>Recebi algumas propostas de staking de vários users do fórum e uma de live, essa escolha definiu minha carreira, já que esse período jogando backed live eu me interessei muito por essa modalidade, cheguei em jogos mais caros muito mais rápido do que chegaria no online e esse jogo se tornou meu main game na carreira. Meu primeiro backer veio a se tornar um dos meus melhores amigos, é o Marcelo MGP Ferreira e pra contar a história dele eu preciso contar um pouco do nosso Mister Doyle.</p>
<p><a href="http://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/11/Irineu-MGP-e-Renata.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-42150 aligncenter" alt="Marcelo MGP Ferreira, José Irineu e Renata" src="http://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/11/Irineu-MGP-e-Renata.jpg" width="437" height="328" srcset="https://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/11/Irineu-MGP-e-Renata.jpg 800w, https://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/11/Irineu-MGP-e-Renata-300x225.jpg 300w, https://www.maisev.com/maisev-wp/wp-content/uploads/2013/11/Irineu-MGP-e-Renata-35x26.jpg 35w" sizes="(max-width: 437px) 100vw, 437px" /></a></p>
<p>Em 2005 saiu uma reportagem na VIP sobre poker, eu nem considerava a hipótese de ser profissional. Ainda sob influência católica, eu acreditava que o jogo a dinheiro era uma atitude pecaminosa, até ler nessa revista que um brasileiro ganhava 6 mil dólares por mês, foi quando meu conceito de religião começou a ser questionado, hahaha!!</p>
<p>Esse brasileiro era o Christian Kruel e essa revista era citada por todo mundo que alcançou algum destaque naquela época, arrisco a dizer que essa matéria influenciou 100% dos brasileiros que fizeram dinheiro no poker nesse período jurássico do poker profissional brasileiro. Nessa época a comunidade era MUITO resumida e basicamente qualquer um que fizesse uma mesa final tinha um rail gigante.</p>
<p>Claro que os pouquíssimos jogadores que faziam a reta &#8220;cara&#8221; eram os torneios de $55 e o C.K e o Raul que eram high stakes jogavam torneio de $109 eram acompanhados mais de perto pela comunidade poker mania. Nesse tempo prêmios acima de $5k eram comemorados como títulos mundiais e não apenas pagavam o ferro do dia, era do tempo em que se amarrava cachorro com linguiça como diria Felipão.</p>
<p>Nesse período entre os nomes conhecidos, Brasa, Akkari, Federal, Du Tosquiador (tirei do fundo do baú essa) Vitão, Vini, surgiu meu futuro backer MGP Ferreira cravando tudo que era torneio em uma semana e insta virando ídolo da comunidade, conheci ele através de outra figura old school do poker e também meu amigo, Salsicha, que junto com o Ricardo &#8220;Dadomb&#8221; foi o grupo com quem eu mais conversei de poker nesse início.</p>
<p>Cerca de um ano e meio depois e um bankroll a menos o MGP foi meu backer no jogo ao vivo e a sala onde eu mais joguei foi o Único. Joguei ali durante uns 6 meses e quando eu estava mudando de jogo começava um menino novo lá na 5/5 chamado Gabriel Goffi. Aparentemente esse garoto fez alguma grana no poker, mas essa história é pra outro dia.</p>
<p>Basicamente contei um pedaço do meu começo e recomeço no poker que envolveu duas figuras, CK e MGP. Durante o tempo que fui backed pelo MGP, a gente ficou bem amigo e pensamos em começar um podcast de poker, junto com o andremcosta do fórum a gente chegou a gravar um piloto de podcast conversando sobre poker, em um formato mais bem humorado, o assunto não poderia ser outro, o começo do poker brasileiro, CK e Raul.</p>
<p>Agora na madruga vi um post de outro usuário do fórum, o Renzo, só que no Facebook, mostrando uma cravada de $20k do CK, comentei no post e na sequência o MGP deu like. Conversando no Face lembramos dessa passagem e dessa pequena homenagem que a gente fez ao CK, então essa &#8220;pequena&#8221; introdução foi pra postar o link desse podcast piloto e filho único, já que nunca chegamos a gravar outro hahaha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-42148-2" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://www.podcast1.com.br/canais/canal3047/3047_20080314_015005.mp3?_=2" /><a href="http://www.podcast1.com.br/canais/canal3047/3047_20080314_015005.mp3">http://www.podcast1.com.br/canais/canal3047/3047_20080314_015005.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p>E quem curtiu o podcast, aguardem novidades!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>E depois de 7 meses&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Irineu]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 20:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog do Irineu]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[José Irineu]]></category>
		<category><![CDATA[poker live]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E aí MaisEV, beleza? Depois de 7 meses voltei a disputar um torneio oficial de poker live. Eu andava sem a mínima vontade de jogar poker ultimamente, focado em outras atividades, mas meu amigo MGP organizou um torneio de inauguração na casa que ele gerencia e obviamente fui lá prestigiar. O MGP é um cara [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>E aí MaisEV, beleza?</p>
<p>Depois de 7 meses voltei a disputar um torneio oficial de poker live. Eu andava sem a mínima vontade de jogar poker ultimamente, focado em outras atividades, mas meu amigo MGP organizou um torneio de inauguração na casa que ele gerencia e obviamente fui lá prestigiar.</p>
<p>O MGP é um cara muito respeitado e querido no poker, fez muito sucesso como profissional e sempre foi muito competente gerenciando jogo, o que fez o torneio bombar, com vários nomes bem conhecidos do jogo e foi bem legal rever tanta gente bacana. Inclusive com uma coincidência grande, um grande amigo do meu cunhado, o Matheus Guimarães que é dono do clube APTH estava lá e finalmente conheci o malandro, junto com a namorada Simone, os dois fãs de brejas especiais, já viraram melhores amigos, haha! Quem conhece e gosta de poker e cerveja especial eu já me torno fã automaticamente <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f600.png" alt="😀" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Meu desafio pra esse torneio era tentar jogar mais concentrado, era um torneio meio turbeta, com 20 minutos de blind, então não tinha muito espaço pra ser muito criativo e eu sempre acabo explodindo cedo nessa estrutura de torneio. Mas nem que eu quisesse ser criativo teria como, o torneio começou bem loose, com um parceiro a duas posições na minha esquerda jogando 100% das mãos. O jogo foi de paciência e depois de aproveitar alguns spots de dobra, cheguei short na bolha da FT e acabei sendo eliminado em um 88 x A7.</p>
<p>Acho que nesse torneio peguei o melhor e o pior do poker: o pior é jogador inconveniente, que acontece poucas vezes, mas quando acontece é sempre um incômodo importante. Mas foi pouco perto da sensação boa que é sentar em uma mesa com as fichas, apostar, calcular range, detectar padrões, tinha me esquecido de como eu gosto disso. Até escrevi no Facebook sobre a sensação de voltar pra casa quando está todo mundo indo trabalhar e chegar cansado, mas com a cabeça a um milhão por hora. Essa sensação é muito legal e até estou me animando pra tentar jogar alguns torneios até o fim do ano.</p>
<p>A prioridade agora é organizar a festa de casamento, quer dizer, organização tem sido feita pela Lu Carvalho, que está cuidando desde os detalhes, quanto a parte psicológica da coisa e lidando com a ansiedade da Rezinha e a minha, só isso já vale um prêmio Nobel pra ela. Se alguém precisar organizar festa, contate ela lucarvalho@outlook.com, eu valorizo demais quem coloca o coração no trabalho e esse é o caso dela, que tem um toque todo especial.</p>
<p>Esse período de organizar é muito legal pra mim, essa ansiedade boa de ir atrás de local, procurar bebida, comida, pensar nos convidados, detalhes da festa, isso tudo é muito legal, só não concordo que esperar pela festa ser a melhor parte, porque senhores, vai ser uma explosão atômica essa comemoração. Nem tanto pelo fato de assinar o papel, porque já somos casados, mas pelo momento. Coincidiu de a gente resolver assinar o papel em um momento bem especial da nossa vida e celebrar nesse momento vai ser animal.</p>
<p>Por hora é isso, se quiserem entrar em contato:</p>
<p>zeirineu@gmail.com</p>
<p>Facebook</p>
<p><a title="Twitter" href="http://www.x.com/JoseIrineu" target="_blank" rel="noopener">Twitter</a></p>
<p>Um abraço!</p>
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