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Tópico: [Política] - O andamento e as decisões de nossos governantes

  1. #46891
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    Derrota de Dilma fortalece ala moderada do PT


    BRASÍLIA - A derrota da ex-presidente Dilma Rousseff em Minas é usada por integrantes da ala moderada do PT para pregar o enterro do discurso do "golpe" – e a virada de página do partido em relação à impopularidade deixada pela petista em seu governo – rumo a uma postura de maior diálogo com outras forças políticas e com eleitores que já tiveram simpatia pela legenda, mas se distanciaram nos últimos anos. Na avaliação de articuladores petistas, a reprovação de Dilma nas urnas, depois de passar a campanha se dizendo vítima do "golpe", mostrou que, se esse grito de guerra já seduziu um dia, hoje não ajuda o partido especialmente no Sul e Sudeste, onde o presidenciável Fernando Haddad encontra maior dificuldade para ganhar o eleitorado.


    Dilma coleciona desafetos e críticos no partido, que a culpam pela complicada situação eleitoral do PT. Mesmo entre eles, não houve comemoração pelo seu constrangedor quarto lugar na briga pelo Senado em Minas. Porém, internamente, alguns admitem certo "alívio" pela "reflexão crítica" que a derrota da petista impõe ao partido. Dizem que havia receio de que a bancada do Senado precisasse, por uma questão simbólica, entregar a liderança da legenda na Casa a ela, abrindo espaço para a perpetuação do discurso do "golpe" a cada vez que ela subisse à tribuna. Pelo temperamento difícil da ex-presidente, consideram que a articulação política com outras legendas e até na própria bancada também seria um desafio.


    A partir de 2019, o PT enfrentará um cenário mais adverso no Senado. Em vez dos 11 parlamentares que tem na Casa hoje, terá a bancada reduzida a seis integrantes. Já é um preocupação para os senadores petistas pela força política que a legenda terá para fazer oposição a Jair Bolsonaro (PSL) ou articular uma base governista para Fernando Haddad. Enxergam em Jaques Wagner (PT), eleito pela Bahia e, agora, um dos coordenadores da campanha presidencial, um líder mais habilidoso para cumprir as duas tarefas do que a ex-presidente Dilma, caso tivesse sido eleita.


    Antes mesmo de pensar na atuação do PT no Congresso, líderes da ala mais moderada do PT, que tem Wagner como uma das vozes, pregam que é hora do partido rever o discurso com urgência para o segundo turno. Para eles, a derrota em Minas é um sinal de que a insistência no discurso do "golpe" não agradou o eleitor. A avaliação é que, no Nordeste, a narrativa ainda tem ressonância. Porém, a região já saiu do primeiro turno como a "fortaleza petista". Então, o momento é de acenar para o eleitor do Sul e Sudeste com um discurso mais conciliador.


    Para além do eleitorado, o enterro do assunto impeachment é visto por integrante do partido como uma maneira de atrair outras legendas para a campanha de Haddad. Um senador da legenda lembra que, no Congresso, colegas de outras siglas passaram o último ano repetindo que não apoiariam o PT nas eleições por serem chamados reiteradamente de "golpistas".


    Dilma focou sua campanha em Minas nesse discurso. Repetia que, no estado, estão dois dos "protagonistas" do "golpe" de que foi vítima, numa referência aos senadores Antonio Anastasia (PSDB) e Aécio Neves (PSDB). Um conselheiro de Haddad diz que, "se não deu certo nem para o eleitor de Minas", "não dará para o PT continuar a se fiar nessa pregação". Ele resume: "cansou a população". O abandono do "golpe" já era defendido por parte do partido há mais de um ano, mas, além de Dilma, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e parlamentares, como o senador Lindbergh Farias, que não conseguiu se reeleger, insistiam que a narrativa fortaleceria a legenda eleitoralmente.


    No âmbito das alianças políticas, uma das negociações travadas pela posição de Dilma e outros petistas foi a aliança entre o governador Fernando Pimentel (PT) e o MDB mineiro por sua reeleição. A ex-presidente avisou que não subiria no mesmo palanque de deputados que votaram pelo impeachment. Pimentel acabou cedendo e o MDB lançou candidato próprio no estado. Hoje, aliados do governador avaliam que a distância do MDB foi um dos motivos que levaram Pimentel a ficar fora do segundo turno.


    Coordenadores da campanha de Haddad em Minas também creditaram à ex-presidente a derrota do candidato de Lula no Estado. Na avaliação deles, a memória da recessão em que o país mergulhou no governo Dilma teve influência no voto do mineiro para a presidência, já que ela estava nas urnas como favorita para conquistar uma vaga no Senado pelo Estado. A leitura é de que o eleitor quis afastá-la do Congresso e que isso contaminou o voto para presidente.


    O ex-ministro José Dirceu é um dos petistas que têm confidenciado em rodas de amigos ter ficado aliviado com a derrota de Dilma. Crítico constante da maneira como a petista conduziu seu governo, sem ouvir conselhos de correligionários como o próprio Lula, Dirceu defendeu que ela agiria igualmente em eventual mandato ao Senado e seria mais capaz de implodir do que criar pontes. O ex-ministro avalia que mesmo com o impeachment Dilma não adquiriu habilidade política para conduzir crises e que não seria uma figura para atuar em nome do PT no congresso no momento de extrema polarização política vivida pelo país.


    Condenado na Lava-Jato, mas em liberdade, Dirceu vem sendo uma pedra no sapato na campanha de Fernando Haddad devido às declarações que passou a dar em entrevistas de divulgação de sua biografia. Em uma delas, afirmou que o Ministério Público Federal deve perder o poder de investigar sob o argumento de que isso não está previsto na Constituição. Também disse que "é questão de tempo" para o PT tomar o poder e que "tomar o poder é diferente de ganhar uma eleição".


    As afirmações foram rechaçadas por Haddad. O ex-ministro, porém, tem deixado claro que a derrota pode ser o caminho de sobrevivência para o PT. Em rodas restritas, afirma que, se for para Haddad ser eleito e não conseguir governar, como aconteceu com Dilma, é melhor que o partido perca as eleições. Parte da sigla concorda com Dirceu e defende que o PT deixe o país sangrar com Bolsonaro voltar em um ambiente com menos rejeição e se viabilizar como opção dos eleitores. Dirceu tem comparado o segundo turno entre Haddad e Bolsonaro à sangrenta Batalha de Stalingrado — com três meses de duração, ela foi um marco da Segunda Guerra Mundial, em 1942, quando soviéticos derrotaram as tropas alemãs de Adolf Hitler.


    No dia 15, Dirceu viajará para São Paulo onde terá conversas com petistas envolvidos na campanha de Haddad. Apesar de ser ouvido, no entanto, o ex-ministro não tem tido voz ativa entre os coordenadores da campanha.

    https://oglobo.globo.com/brasil/derr...do-pt-23148477
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  2. #46892
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    Hélio Schwartsman com certeza é um dos melhores analistas políticos no Brasil.

    "Bolsonaro é neofascista?
    Há mais de uma resposta possível para a pergunta


    Afinal, Jair Bolsonaro se qualifica ou não como um neofascista? Se por “neofascista” você entende alguém que dá declarações que fazem pouco da democracia e dos direitos humanos, então não há dúvida de que o capitão reformado é um. Seu histórico nesse quesito é implacável.


    Se, entretanto, você colocar o sarrafo um pouco mais alto e reservar o termo “neofascista” para líderes eleitos que tomam medidas que erodem as instituições, desfigurando a democracia, aí a resposta intelectualmente honesta é “não sabemos”. E não sabemos porque o futuro é contingente. Bolsonaro nem sequer foi eleito ainda e não há meio de saber de antemão como ele se comportaria.


    Como não temos a bola de cristal, só o que podemos fazer é consultar os ditos e os feitos dos candidatos e estimar riscos. Não é uma ciência exata. O presidente turco Recep Erdogan, hoje um dos mais ativos autocratas do planeta, foi por mais de uma década universalmente saudado como campeão da democracia e exemplo a ser seguido pelo mundo islâmico.

    Já o peruano Ollanta Humala entrou em evidência com um discurso ultranacionalista e autoritário, de tons esquerdistas, e ainda ostentava em seu currículo uma quartelada e o apoio de Hugo Chávez. Mas chegou à Presidência do Peru em 2011 e fez um governo sem percalços do ponto de vista da democracia. Ele passou uma temporada preso, mas por suspeita de envolvimento nos esquemas de corrupção da Odebrecht.


    De minha parte, multiplicando a minha percepção do risco Bolsonaro pelo peso que dou à preservação da democracia e dos direitos humanos, concluo facilmente que jamais votaria no capitão reformado. Mas esse é um cálculo pessoal e intransferível. O que faz sentido para mim pode não fazer para outra pessoa que opere com um conjunto de valores diferente. O pressuposto mais básico da democracia é que precisamos aceitar que outros pensem legitimamente de forma diferente da nossa.

    https://www1.folha.uol.com.br/coluna...fascista.shtml
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  3. #46893
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    Corrupção e violência, por Vladimir Safatle
    O que esperar de alguém cujo símbolo de campanha é uma arma apontada?


    Folha de São Paulo
    12.out.2018




    "Não importa o que Bolsonaro fale, desde que ele garanta segurança e o fim da roubalheira." Essa afirmação de um de seu eleitores talvez expresse com clareza o que move muitos dos brasileiros e brasileiras a optarem por sua candidatura. No entanto, a crença de que Bolsonaro seria alguma espécie de resposta milagrosa à violência da sociedade brasileira e à corrupção de seu Estado é baseada em equívoco tão evidente quanto aquele que levou vários eleitores a verem em Fernando Collor um caçador de marajás.


    Bolsonaro gosta de se vender como um homem incorruptível e incansável no combate à corrupção. Mas Bolsonaro é aquele mesmo político que passou 20 dos 27 anos de sua vida pública em um partido notoriamente corrupto (PP), comandado por ninguém menos do que Paulo Maluf.


    Em momento algum, alguém ouviu declaração indignada a respeito da corrupção de seu partido e suas figuras de proa. Nada disto o incomodou durante 20 anos. Ao contrário, quando questionado sobre a propina que seu partido recebeu da JBS e direcionada a ele, apenas afirmou: "Que partido não recebe propina?".


    Hoje, sua campanha é comandada por Onyx Lorenzoni, que deve ser seu chefe da Casa Civil. O mesmo que admitiu ter recebido R$ 100 mil de caixa dois da mesma JBS para sua campanha. Sua campanha é entusiasticamente apoiada por pilares da moralidade como o pastor e ex-presidiário Edir Macedo, que terá certamente influência e ascendência em seu governo.


    Enquanto isto, o senhor Bolsonaro louva um regime corrupto, como a ditadura militar brasileira. Ninguém nunca ouviu o deputado indignado com casos de corrupção que fizeram a história da ditadura, como Coroa Brastel, Capemi, Jari, Brasilinvest e Paulipetro, entre tantos outros. Não é por acaso. O que incomoda Bolsonaro não é a corrupção, mas simplesmente a corrupção feita por aqueles que não são seus amigos, aliados ou ídolos, como sempre foi em terras pátrias.


    Agora, aparecem histórias sobre omissão de patrimônio, uso indevido de verbas e estruturas funcionais, funcionários fantasmas e enriquecimento vertiginoso que o deputado responde com sua contumaz violência. Isso além de sua campanha ser marcada por uma circulação inacreditável de fake news, o nome contemporâneo para a pura e simples mentira. Imaginar que alguém dessa natureza será o destinado a "varrer a corrupção" do país é da ordem do simples delírio.


    Sobre o pretenso combate à violência, o país viu o que significará seu governo nos últimos dias. Um de seus apoiadores matou o capoerista Moa do Katendê em uma discussão política. Outros espancaram um estudante na frente da UFPR por usar um boné do MST. Mulheres têm medo atualmente de serem importunadas por seus seguidores em bando na rua.


    Diante da morte hedionda do capoeirista não ouvimos Bolsonaro sequer se solidarizar honestamente, dizendo, como era de se esperar, que estava profundamente indignado com o fato, que prestava seu apoio à família em momento difícil, que isso era algo que ele nunca poderia aceitar. Falando um protocolar "eu lamento", ele logo afirmou, "quem levou a facada fui eu", preferindo agir como um chefe de gangue em vez de agir como um possível presidente.


    Mas o que esperar de alguém cujo símbolo de campanha é uma arma apontada? Que volte a colocar esquadrões da morte na periferia, como em sua amada ditadura? Que permaneça igualmente indiferente quando seus seguidores organizarem grupos para "caçar comunistas" e "corrigir homossexuais"? É esse o homem que age em nome da ordem e do progresso?


    Seus seguidores dizem que a violência é direcionada apenas a bandidos. O problema é que "bandido" para o senhor Bolsonaro é, no final das contas, todos aqueles que não pensam como ele e recusam os pretensos valores que esse senhor defende. Ou seja, sua "união do país" será feita sob os cadáveres dos oponentes e sob a violência contra os descontentes como, não podia deixar de ser, em sua amada ditadura.


    Vladimir Safatle
    Professor de filosofia da USP, autor de “O Circuito dos Afetos: Corpos Políticos, Desamparo e o Fim do Indivíduo”.
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  4. #46894
    Chip Leader Avatar de NECO_LOCO
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    Citação Postado originalmente por PebaVermelho Ver Post
    Citação Postado originalmente por Cleber2b Ver Post
    E se Bolsonaro fizer um bom governo,

    não vai votar nele @PebaVermelho ?
    Se ele cumprir 100% do que prometeu ele não tem como fazer um bom governo.
    Pode citar algumas coisas que ele prometeu e que se colocadas em prática resultem em problema?
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  5. #46895
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    Citação Postado originalmente por PebaVermelho Ver Post
    Se eu ainda tiver direito de votar em 2022 a minha única certeza é que não será em Ciro Gomes. Fugiu do país e nos largou nessa situação. Que belo fdp.
    Queria que ele fizesse o que? Subisse em palanque depois de o PT ter fudido ele na cara de todo mundo? Não tem como querer que ele faça campanha depois da puxada de tapete que ele levou, até pq é vergonha alheia total se gastar pra fazer campanha pro PT nessa altura do jogo. Ele mesmo já tinha dito reiteradas vezes que não se via mais junto com o PT, abriu o voto pro Haddad pq ñ tem o que fazer mas não é obrigado a fazer campanha.
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  6. #46896
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    Citação Postado originalmente por Fonteles Ver Post
    E já admito que uma derrota de 52 X 48 não será de todo ruim.

    A esquerda deve retomar URGENTEMENTE o discurso anticorrupção e mandar a merda o Lula e seu populismo vagabundo, o discurso do golpe e a conciliação com partidos fisiológicos. Talvez, seja possível criar um novo partido entre REDE, PSB, PDT, PT, e exilados do PSDB.

    Se o PT está tão movido assim por ideais e princípios que RENUNCIE. Eu não vou mais "militar" por essa merda de partido, eu não sei nem de mim mesmo, e agora vou começar a doutrinar os outros?

    Votarei no Haddad, mas já considero um pouco o voto nulo.

    E também já acho que uma oposição dura, inteligente e honrada seja melhor do que a submissão a um partido que nos entregou o Bolsonaro.
    Acho que ainda é possível que o Ciro volte, daqui uns dias, com um discurso bem inflamado contra o Bozo. Não a favor do PT, mas contra o Bozo. Pq, realmente, pro Ciro apoiar o PT é quase como ceder a uma chantagem: nós te ferramos, pusemos vc e o Brasil nessa encruzilhada, mas se vc não apoiar a gente, a coisa tende a ficar ainda pior! Além disso o argumento ventilado pelo PDT, pela renuncia do PT, é mais coerente: vamos nos unir pra vencer o Bozo, então tá, mas começa renunciando e apoiando o Ciro, que é quem tem mais chance! Além disso, se o Ciro apoia o PT e perdem o Ciro ainda fica queimado pra 2022, na qual ele tem uma chance. Sem falar que fica enfraquecido até como liderança de oposição, num caso de governo Bozo, já terá sido derrotado e ainda "contaminado" pelo PT.

    Enfim, entendo a atitude do Ciro. Mas acho que isso não é motivo pros seus eleitores se engajarem menos contra o Bozo. Como o próprio Ciro declarou: #EleJamais.
    Última edição por VitorT; 12-10-2018 às 17:55.
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  7. #46897
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    Citação Postado originalmente por andredepaula Ver Post
    Citação Postado originalmente por dankretli Ver Post
    Bem, vc entendeu o problema dos liberais com ele... Ele fala no Guedes o tempo inteiro, mas nunca é claro sobre o q vai fazer... Ele nunca foi liberal na economia.

    A bancada q ele está montando é muito mais focada em costumes(bancada evangélica, PSC, e os militares) do q em economia... Ele já está tendo problemas com o Guedes antes de ganhar, não dou 6 meses dele na fazenda...

    Pra mim está claro q se precisar sacrificar algo, ele vai escolher sacrificar a economia, com a concordância dos apoiadores, já q pra essa galera é "Deus acima de todos"...

    Eu tô no time q vai anular, pq entre um cara declaradamente fã da ditadura e outro do partido dos ladrões, não dá pra votar!
    Citação Postado originalmente por lagostinha Ver Post
    Citação Postado originalmente por NECO_LOCO Ver Post
    Citação Postado originalmente por lagostinha Ver Post
    agora o post que eu queria fazer

    eu me peguei em uma situacao aqui e queria a opiniao de vcs

    o fato que perguntando pra alguns conservadores que batem no pt/esquerda em todos os campos, se invertesse algumas caracteristicas dos candidatos como o bolsonaro virar o ateu e o haddad o cristao se eles mudariam seu voto, disseram que nao

    ai eu fui mais a fundo e disse "vamos mudar algumas outras, inclua tambem aborto e drogas " e pra minha surpresa houve uma reacao bizarra

    1o que disseram que ai bolsonaro nao teria seu voto, e comecava a dizer que o importante sao os valores, que se a pessoa tivesse valores eticos e de boa indole era o que precisava

    eu conclui que entao o papo de corrupcao zero que sempre batem nao importava entao, que o importante eram os valores de costumes, e ele dizia que sim mas ficava indagando que se a pessoa tem valores nao seria corrupto etc

    mas eu disse "entao vc concorda que vc esta votando em prol dos valores individuais de costumes ne, portanto, da mesma maneira que o esquerdista pro drogas aborto etc" ja que pra eles esses sao os valores certos

    ele ficava louco comigo falando que sao valores errados e nao aceitava que ele estava agindo exatamente igual, so que do ponto de vista dele hehe,

    o petista fecha o olho pra corrupcao pq tem como prioridade valores individuais (ele considera mais importantes e mais eticos e democraticos) e o conservador tb, so que com diferenca dos valores (sao o oposto)



    minha pergunta eh: se invertesse apenas os valores individuais por exemplo, voces ainda manteriam seus votos?


    eu estava certo do 17 pro 2o turno e agora to pensativo aqui, pq eu em si, priorizo a economia ja que no meu ver o importante eh o mais indo bem e o povo consequentemente melhorando de vida com mais emprego renda etc e os valores individuais em 2o plano porque no meu entender quem quiser usar droga ja usa, quem quiser se relacionar com mesmo sexo ja o faz e por ai vai, a unica coisa que pega mais eh o aborto, que por ser ilegal tem q fazer em clinicas clandestinas correndo risco de vida

    entao meu ponto eh que tudo que querem eh os valores individuais sobressaindo a todo o resto, e nesse caso seria apenas uma guerra de conservadores x liberais/progressistas

    ps, obviamente nao sao todos, eu apenas peguei um exemplo hoje e ja tinha feito isso outro dia com outra pessoa tb e deu o mesmo resultado

    nesse caso eu to pensando na possibilidade de votar nulo agora, mas como priorizo a economia nao descarto o 17 ainda, mas antes era 100% ctz e agora ja to flipando a decisao lol
    Pô Lagosta, isso é a opinião desses caras, obvio que isso é individual, você não tem que votar conforme o perfil do eleitor de cada candidato, você tem que votar pelas suas convicções.

    Pra você a economia é o ponto mais importante, assim como para mim, sugiro ler os dois programas de governo e avaliar a parte econômica de cada um, tem aspectos completamente opostos, vai ficar teta escolher um.

    Anular voto é para os fracos. Não podemos nos isentar em um momento tão importante, se não é simpático a nenhum candidato, escolha o menos pior na sua visão.
    sim, eu concordo, por isso nao disse que descartei completamente

    so estou pensando se vai ser como o aecio por exemplo que batia o tempo todo na corrupcao do pt e depois foi pego recebendo dinheiro deles e ja estava atolado na lista de propina a mto tempo

    meu medo eh que de repente o bolsonaro ta com esse discurso ai mas chegue na hora e se alie com o mdb e os pastores safados que estao por la so roubando a anos focando sua politica apenas nos quesitos de costumes individuais, esse que por sua, sou contra todos que ele prega por exemplo rs
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    Eu também pensava em anular até pouco tempo atrás, justamente por isso, os dois candidatos me causam revolta, mas querendo ou não um deles vai assumir, então me convenci que invés de anular eu posso ajudar a eleger o que eu acho menos pior e tocar minha vida em seguida.
    O que me fez decidir num cenário hipotético que o país fique na merda com os dois governos foi que se ainda me restar a liberdade já seria um alívio
    Se o PT se elege seria quase como um mandato tampão. Já entra como favorito a sair em 2022. Mas com PT vc tem a certeza que em 2022 terá o opção de tirá-lo.
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  8. #46898
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    Citação Postado originalmente por brunoarbo Ver Post
    Citação Postado originalmente por PebaVermelho Ver Post
    Se eu ainda tiver direito de votar em 2022 a minha única certeza é que não será em Ciro Gomes. Fugiu do país e nos largou nessa situação. Que belo fdp.
    Queria que ele fizesse o que? Subisse em palanque depois de o PT ter fudido ele na cara de todo mundo? Não tem como querer que ele faça campanha depois da puxada de tapete que ele levou, até pq é vergonha alheia total se gastar pra fazer campanha pro PT nessa altura do jogo. Ele mesmo já tinha dito reiteradas vezes que não se via mais junto com o PT, abriu o voto pro Haddad pq ñ tem o que fazer mas não é obrigado a fazer campanha.
    Ele não precisaria subir em palanque. Não precisaria nem mesmo fazer um único elogio ao PT ou ao Haddad e eventualmente poderia até tecer alguma crítica ao partido.

    Bastaria simplesmente sair pelo país combatendo o fascismo e denunciar sua violência aterrorizante. Fazer discursos e entrevistas alertando sobre a ameaça que se levanta sobre nós. Posso garantir que isso tudo ainda fortaleceria um movimento liderado pelo Ciro para 2022. Todo mundo que votou no Ciro tava sedento por vê-lo em ação contra o fascismo.

    E cara, o PT pode ser acusado de tudo. Pode ser acusado de ser fodido pelos golpistas para depois se abraçar com eles. Pode ser acusado de fazer acordos políticos para minar candidaturas de adversários no primeiro turno como o Ciro. E me desculpe, tem que ser muito nutella pra criticar o acordo com o PSB. Isso é POLÍTICA e o Ciro disputaria os mesmos votos com o PT.

    Mas conhecendo muito melhor do que você a militância do PT eu posso te garantir uma coisa: se fosse o Ciro a ter passado pro segundo turno a militância do PT teria apoiado sua candidatura com paixão e entusiasmo. Toda a estrutura do PT funcionaria em favor dele, inclusive e especialmente a estrutura de governadores lulistas (isso inclui governadores do PT, PC do B e PSB).

    O Ciro é um puta iludido. Ele acha que tem voto? Francamente, você acha que o Ciro Gomes tem voto? Ele teve 12% dos votos, a maioria deles formada por eleitores que tradicionalmente votavam no PT e procuraram uma alternativa de esquerda nessa eleição.

    Ciro Gomes não tem voto porque hoje só duas pessoas no Brasil tem voto e elas se chamam Luís Inácio Lula da Silva e Jair Messias Bolsonaro.

    Espero que se foda e continue sendo para sempre um ator secundário devorado pela própria soberba.
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  9. #46899
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    Coletânea de adversários classificados como nazistas / fascistas pelo petismo e esquerda :
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  10. #46900
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    Como é que o PT acha que o fascismo está vindo aí e, podendo renunciar para colocar um colega democrata com melhores chances de combater o supremo mal, vai insistir em uma candidatura que não tem a mínima chance?

    Meditemos sobre isso.
    Última edição por Fonteles; 12-10-2018 às 18:34.
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