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Tópico: [Política] - O andamento e as decisões de nossos governantes

  1. #46871
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  2. #46872
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    Peba, por gentileza divide conosco sua sabedoria mais uma vez. Vários users lhe perguntando quando será o enterro, você poderia nos responder?

    Aproveito a oportunidade para solicitar gentilmente que você também nos ajude a compreender as Rasga-mortalhas que amanheceram sobrevoando os céus do Brasil no dia 29/09 como você relatou.

    Desde já meus sinceros agradecimentos!
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  3. #46873
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    Gostei do que o professor de relações internacionais da FGV Matias Spektor afirmou: é a qualidade da democracia brasileira, e não sua sobrevivência, que corre um risco mais imediato.

    The Economist volta a criticar Bolsonaro: 'Autoritário brasileiro sem Exército'


    LONDRES - Depois de tratar o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, como uma "ameaça", em reportagem de capa no mês passado, a revista britânica The Economist volta ao tema hoje em dois textos. Em reportagem, diz que o ex-militar está pronto para chegar ao cargo, mas que este não é o "único choque eleitoral" do País. Em artigo, que fala de "flashbacks de 1964", a avaliação é a de que os militares não estão ansiosos por poder e que o mais provável é que contenham Bolsonaro, descrito como um "autoritário brasileiro sem Exército", no caso de um "autogolpe".


    Na reportagem, que faz menção à bancada BBB (bullet, beef e Bible), de bala (armamentista), boi (ruralista) e Bíblia (evangélica), traz personagens de diferentes classes sociais que escolheram o candidato do PSL no primeiro turno. Citaram que os demais políticos são considerados corruptos e que Bolsonaro tem "punho forte" contra o crime. "Tais sentimentos levaram Bolsonaro à beira da vitória em um segundo turno, a ser realizado em 28 de outubro. Ele ganhou 46% dos votos no primeiro turno em um campo lotado de candidatos", trouxe a publicação, acrescentando que agora ele competirá com Fernando Haddad, do PT, que começou a disputa 17 pontos porcentuais atrás.


    O semanário também cita que as casas de apostas dão a Bolsonaro 85% de chance de se tornar o próximo presidente do Brasil e que esta seria uma resposta "extraordinária" a uma série de traumas que se abateram sobre o maior país da América Latina nos últimos anos: a pior recessão na história do Brasil; escândalos de corrupção interligados, conhecidos coletivamente como "Lava Jato", que envolve todos os grandes partidos políticos; e níveis crescentes de violência. A escolha por Bolsonaro, conforme a The Economist, é mais pelo extremismo de sua retórica do que por qualquer coisa que fez em sete mandatos como deputado. "Bolsonaro insultou mulheres, negros e gays. Ele encoraja a polícia a matar suspeitos criminosos e considera os ditadores dos anos 70 e 80 como modelos", citou.


    A revista salientou que o tempo a mais de propaganda gratuita na televisão não ajudou candidatos como Geraldo Alckmin (PSDB), descrito como moderado e com mais realizações políticas - foi a primeira vez em três décadas que o partido não venceu ou disputou o segundo turno da Presidência. Lembrou que o candidato do PSL teve atenção das mídias sociais e convencionais porque foi esfaqueado durante a campanha. Também detalhou as mudanças no Congresso, descrevendo os resultados como "quase tão surpreendentes" quanto a vantagem de Bolsonaro, como a "humilhação" do MDB, do presidente Michel Temer.


    A publicação explica, então, que o PSL, erroneamente chamado de liberal social, será o segundo maior partido da Câmara. "O Congresso entrará em acordo com Bolsonaro, que uma vez pediu seu fechamento temporário, melhor do que a maioria dos analistas esperava", avaliou, salientando que será o Parlamento mais conservador desde o fim da ditadura, em 1985. "É mais fácil dizer o que os brasileiros votaram contra - a corrupção, o crime e o caos econômico dos últimos anos - do que a favor", analisou.


    Bancada BBB vai apoiar grande parte da agenda de Bolsonaro, diz The Economist
    As bancadas da "bala, boi e Bíblia", fortalecidas nesta eleição, apoiarão grande parte da agenda de Bolsonaro se ele ganhar, opina a reportagem. Seus planos de afrouxar o controle de armas e diminuir a idade de responsabilidade criminal provavelmente encontrarão pouca resistência no Congresso. Ao reduzir as proteções ambientais, grande parte do Congresso pode apoiá-lo. Menos certo é se Bolsonaro conseguirá apoio para reformas econômicas. Seu principal assessor econômico, Paulo Guedes, quer reduzir os gastos com a Previdência e privatizar estatais.


    Os mercados financeiros, preocupados com a dívida pública do Brasil, agora em 84% do Produto Interno Bruto (PIB), estão inebriados com a perspectiva, de acordo com a revista. No dia seguinte à vitória de Bolsonaro, a bolsa de valores do Brasil subiu quase 5%. "Isso parece excesso de confiança", pontuou, lembrando que o Centrão ajudou a derrubar uma proposta de Temer, que alguns de seus aliados têm subsídios à agricultura e à indústria e que muitos novos legisladores do PSL são ex-militares e policiais que protegem suas generosas aposentadorias.


    Com 30 partidos, o próximo Congresso é ainda mais fragmentado do que o atual, o que dificultará seu gerenciamento. O entusiasmo dos mercados por Bolsonaro esfriou um pouco depois que ele criticou a proposta de Temer para a Previdência e da notícia de que Guedes está sob investigação por fraude (ele nega irregularidades). Apesar de citar que experiência política e aptidão para o diálogo não são o forte de Bolsonaro, a The Economist aponta que, perto da vitória, ele tem diminuído seus impulsos autoritários.


    Muitos brasileiros votaram em Bolsonaro não porque gostam dele, mas porque acham que o PT, que governou quando a economia recuou e a corrupção floresceu, é pior. "Para ter alguma chance de derrotá-lo, o ex-prefeito de São Paulo e ministro da Educação, Haddad, precisa aplacar esses eleitores, ao mesmo tempo em que mantém os principais apoiadores do PT. Isso não será fácil", previu. Os anúncios de campanha que declaram "Haddad é Lula" podem impressionar milhões de brasileiros que deixaram de ser pobres quando Lula foi presidente (de 2003 a 2010), mas sugerem a outros que Haddad seria o fantoche do ex-presidente preso.


    O PT detectou o perigo, segundo o veículo britânico. Lula desapareceu dos cartazes da campanha. O candidato, que é mais moderado do que muitas das figuras mais influentes do PT, sinalizou seu pragmatismo ao comentar sobre o perfil que quer para ministro da Fazenda. Ele prometeu um plano para combater o crime. Na véspera do primeiro turno, ele teve uma taxa de rejeição menor do que Bolsonaro: 36% dos brasileiros dizem que não votariam em Haddad em nenhuma circunstância, relata o Ibope, e 43% dizem o mesmo de Bolsonaro. "Isso oferece apenas um vislumbre de esperança", diz o texto. Bolsonaro pode ganhar se ficar quieto, na avaliação de Thiago de Aragão, da Arko Advice. "Haddad deve falar em voz alta - e em sua própria voz", recomendou a revista.


    Publicação lembra derrubada de João Goulart
    Na coluna Bello, que trata de temas ligados à América Latina, a publicação lembra que, em 1º de abril de 1964, unidades do Exército brasileiro derrubaram o governo democrático de João Goulart, um presidente de esquerda. Eles o fizeram com o apoio dos governadores civis eleitos dos três estados mais importantes - Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo - e grande parte do Congresso. Os políticos estavam convencidos de que o Exército meramente seguraria o poder até a eleição de 1965, mas calcularam mal: os generais continuaram a governar por duas décadas.


    Alguns brasileiros veem uma colaboração civil-militar semelhante, mas ao contrário, na provável vitória nas eleições presidenciais deste mês. Fervoroso defensor da ditadura e fã do ex-ditador do Chile Augusto Pinochet, Bolsonaro disse que nomearia militares como ministros. Seu companheiro de chapa é Hamilton Mourão, um general aposentado que no mês passado meditou sobre um "autogolpe" caso o País mergulhasse na anarquia. Em parte na esteira de Bolsonaro, 17 militares e sete policiais, todos de licença, foram eleitos para o Congresso em 7 de outubro.


    O artigo recorda que o Exército se dirigiu para a arena política de outras formas. Em abril, pouco antes de a Suprema Corte considerar o recurso de Lula contra a prisão por corrupção, o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, tuitou que sua instituição "compartilha o desejo de todos os bons cidadãos de repudiar a impunidade". O Tribunal rejeitou o recurso e o novo presidente do Supremo Tribunal Federal nomeou um general como consultor. Há apenas três anos, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que, apesar de uma crise econômica e de um enorme escândalo de corrupção envolvendo muitos políticos, o Brasil evoluiu porque "sabemos os nomes dos juízes da Suprema Corte, mas não dos generais". "É preocupante que isso não seja mais verdade. Mas é pior que isso?", questionou a Bello.


    Para a revista, há parelolo com 1964
    Para a revista, há paralelos com 1964. Agora, como então, a política brasileira é polarizada entre esquerda e direita. Goulart era um pretenso reformador, mas ineficaz. Ele era um péssimo administrador da economia, assim como Dilma Rousseff, sucessora de Lula, que governou de 2011 até o impeachment de 2016. Em 1964, os conspiradores militares temiam, não sem razão, que Goulart planejasse seu próprio golpe. Contra o Congresso e os governadores. "De forma menos plausível, eles temiam que ele estivesse liderando o Brasil no caminho da então recente revolução comunista de Fidel Castro em Cuba, assim como os defensores de Bolsonaro temem, erroneamente, que o PT transformaria o Brasil na Venezuela" comparou.


    No entanto, nada disso significa que Bolsonaro, supondo que vença, poderia tentar replicar a ditadura. Sua ascensão reflete o ódio generalizado ao PT e uma demanda popular por mudança, renovação econômica e segurança diante de um sistema político falido, recessão econômica e onda de criminalidade - mas não necessariamente para o regime militar. A mídia e uma sociedade civil vibrante apoiam a democracia. Tampouco há motivos para acreditar que as forças armadas desejem assumir o controle. Eles têm orgulho de ser a instituição mais respeitada do Brasil. O general Villas Bôas disse que os "cabeças quentes" que pedem um golpe são "loucos". Ele criticou os esforços, que Bolsonaro defende, para envolver o exército na luta contra o crime organizado.


    A maioria dos oficiais superiores é moderada e não quer tomar medidas inconstitucionais e não se curvará a Bolsonaro, segundo o especialista em defesa Alfredo Valladão. Se ele vencer, a sua resistência ao completo controle civil poderá ser uma restrição para ele. O exército se sentiria forçado a intervir, de acordo com Valladão, apenas se o Brasil se transformasse em violência política em grande escala.


    The Economist fala em corrente de opinião autoritária
    Mais do que um movimento de direita organizado, Bolsonaro comanda uma corrente de opinião autoritária. Ele pode estar mais interessado na dinastia do que na ditadura. Um de seus filhos se tornou o congressista com mais votos; outro foi eleito senador; um terceiro é seu conselheiro de política externa. Em vez de um flashback de 1964, Bolsonaro representa um drama mais insidioso. Ele expressa visões extremas, conforme a The Economist. Disse que a ditadura errou em 'torturar em vez de matar'. Quer que a polícia mate mais 'criminosos' e libere a posse de armas. Como diz o professor de relações internacionais da FGV Matias Spektor, é a qualidade da democracia brasileira, e não sua sobrevivência, que corre um risco mais imediato.

    https://politica.estadao.com.br/noti...to,70002543943
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  4. #46874
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    ‘No meu tempo, não tinha MP e Ibama para encher o saco’, diz general

    A área ambiental deverá passar por mudanças radicais a partir do ano que vem, caso o candidato Jair Bolsonaro (PSL) seja o vencedor nas urnas no dia 28 de outubro. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o general Oswaldo Ferreira, conselheiro de Bolsonaro responsável pelos planos nas áreas de infraestrutura e meio ambiente, confirmou que o setor deverá ser totalmente reestruturado, para eliminar “atrasos” e separar “o que pode e o que não poder ser feito”.


    Militar da reserva e cotado para ser o ministro dos Transportes do candidato do PSL, Oswaldo Ferreira recorreu às experiências que viveu no Exército durante a construção da BR-163, entre o Mato Grosso e o Pará, para comentar sua visão sobre o licenciamento ambiental no País.


    “Eu fui tenente feliz na vida. Quando eu construí estrada, não tinha nem Ministério Público nem o Ibama. A primeira árvore que nós derrubamos (na abertura da BR-163), eu estava ali… derrubei todas as árvores que tinha à frente, sem ninguém encher o saco. Hoje, o cara, para derrubar uma árvore, vem um punhado de gente para encher o saco.”


    A rodovia mencionada pelo general foi aberta pelos militares nos anos 1970, quando o lema oficial do governo era “integrar para não entregar” o Brasil. Hoje, convertida em uma das principais rotas de escoamento de grãos do país, a BR-163, ainda tem quase 100 km de terra. A rodovia, também chamada de “Cuiabá-Santarém”, é conhecida por seus atoleiros e filas intermináveis de caminhões. Obras de pavimentação têm sido realizadas por batalhões de engenharia do Exército. O traçado de quase toda a estrada, principalmente no Pará, é marcado pela ocupação irregular e desmatamento ilegal.


    Fusões
    O plano de governo de Bolsonaro já deixou clara sua intenção de fundir a estrutura do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura. Ibama e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que hoje cuida das unidades de conservação do País, seriam unidos em um mesmo órgão.


    A área de licenciamento ambiental passaria ainda por uma mudança profunda, com uma estrutura de funcionamento similar à da Advocacia Geral da União (AGU): servidores do Ibama seriam enviados para diversos órgãos, para cuidar de licenciamentos ambientais específicos. Esse último, por sua vez, teria ainda a sua área de licenciamento “descentralizada”, com servidores locados em cada órgão público.


    “Ninguém é maluco de ser contra o meio ambiente, mas precisamos esclarecer logo o que pode e o que não pode ser feito”, disse Ferreira. “Nós não temos partidos. Zero. Eu não tenho filiação partidária, nem sou afilhado de nada. Nunca vou ser. Sou um cara técnico, com visão prática das coisas”, comentou o general, que até o ano passado comandava o Departamento de Engenharia e Construção do Exército.


    Retrocesso
    Para Sandra Cureau, subprocuradora-geral da República no Ministério Público Federal, especialista em Direito Ambiental, as propostas de Bolsonaro significam “a maior possibilidade de retrocesso na área ambiental da história.”


    “São ameaças muito claras. Estamos correndo risco de ter um Ministério Público amordaçado. O que me surpreende é que boa parte das pessoas instruídas desse País não consiga ver o perigo que o País está correndo”, declarou.


    Cureau, que por dez anos esteve à frente da 4ª Câmara da Procuradoria-Geral da República, voltada para temas ambientais, criticou a ideia de Bolsonaro de unir o Meio Ambiente e Agricultura em uma mesma pasta. “Essa ideia é simplesmente absurda. São áreas que sempre se chocaram. É natural que seja assim. Fazer isso significaria, na prática, acabar com o Ministério do Meio Ambiente. Os interesses do setor produtivo vão sempre prevalecer, não há dúvida disso.”


    A subprocuradora-geral da República rechaçou ainda a intenção já declarada por Bolsonaro, de retirar o Brasil do Acordo de Paris, que diz respeito a medidas de combate às mudanças climáticas. Bolsonaro seguiria, desta forma, o mesmo caminho já adotado pelo presidente Donald Trump, que retirou os EUA do pacto global do clima. “Seria uma calamidade. O Brasil tem um compromisso firme com a manutenção de suas florestas, a contenção do desmatamento, contra ações que possam descontrolar o clima. Todos estão extremamente preocupados com o que pode vir por aí”, afirmou Cureau.
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  5. #46875
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    Bem, vc entendeu o problema dos liberais com ele... Ele fala no Guedes o tempo inteiro, mas nunca é claro sobre o q vai fazer... Ele nunca foi liberal na economia.

    A bancada q ele está montando é muito mais focada em costumes(bancada evangélica, PSC, e os militares) do q em economia... Ele já está tendo problemas com o Guedes antes de ganhar, não dou 6 meses dele na fazenda...

    Pra mim está claro q se precisar sacrificar algo, ele vai escolher sacrificar a economia, com a concordância dos apoiadores, já q pra essa galera é "Deus acima de todos"...

    Eu tô no time q vai anular, pq entre um cara declaradamente fã da ditadura e outro do partido dos ladrões, não dá pra votar!
    Citação Postado originalmente por lagostinha Ver Post
    Citação Postado originalmente por NECO_LOCO Ver Post
    Citação Postado originalmente por lagostinha Ver Post
    agora o post que eu queria fazer

    eu me peguei em uma situacao aqui e queria a opiniao de vcs

    o fato que perguntando pra alguns conservadores que batem no pt/esquerda em todos os campos, se invertesse algumas caracteristicas dos candidatos como o bolsonaro virar o ateu e o haddad o cristao se eles mudariam seu voto, disseram que nao

    ai eu fui mais a fundo e disse "vamos mudar algumas outras, inclua tambem aborto e drogas " e pra minha surpresa houve uma reacao bizarra

    1o que disseram que ai bolsonaro nao teria seu voto, e comecava a dizer que o importante sao os valores, que se a pessoa tivesse valores eticos e de boa indole era o que precisava

    eu conclui que entao o papo de corrupcao zero que sempre batem nao importava entao, que o importante eram os valores de costumes, e ele dizia que sim mas ficava indagando que se a pessoa tem valores nao seria corrupto etc

    mas eu disse "entao vc concorda que vc esta votando em prol dos valores individuais de costumes ne, portanto, da mesma maneira que o esquerdista pro drogas aborto etc" ja que pra eles esses sao os valores certos

    ele ficava louco comigo falando que sao valores errados e nao aceitava que ele estava agindo exatamente igual, so que do ponto de vista dele hehe,

    o petista fecha o olho pra corrupcao pq tem como prioridade valores individuais (ele considera mais importantes e mais eticos e democraticos) e o conservador tb, so que com diferenca dos valores (sao o oposto)



    minha pergunta eh: se invertesse apenas os valores individuais por exemplo, voces ainda manteriam seus votos?


    eu estava certo do 17 pro 2o turno e agora to pensativo aqui, pq eu em si, priorizo a economia ja que no meu ver o importante eh o mais indo bem e o povo consequentemente melhorando de vida com mais emprego renda etc e os valores individuais em 2o plano porque no meu entender quem quiser usar droga ja usa, quem quiser se relacionar com mesmo sexo ja o faz e por ai vai, a unica coisa que pega mais eh o aborto, que por ser ilegal tem q fazer em clinicas clandestinas correndo risco de vida

    entao meu ponto eh que tudo que querem eh os valores individuais sobressaindo a todo o resto, e nesse caso seria apenas uma guerra de conservadores x liberais/progressistas

    ps, obviamente nao sao todos, eu apenas peguei um exemplo hoje e ja tinha feito isso outro dia com outra pessoa tb e deu o mesmo resultado

    nesse caso eu to pensando na possibilidade de votar nulo agora, mas como priorizo a economia nao descarto o 17 ainda, mas antes era 100% ctz e agora ja to flipando a decisao lol
    Pô Lagosta, isso é a opinião desses caras, obvio que isso é individual, você não tem que votar conforme o perfil do eleitor de cada candidato, você tem que votar pelas suas convicções.

    Pra você a economia é o ponto mais importante, assim como para mim, sugiro ler os dois programas de governo e avaliar a parte econômica de cada um, tem aspectos completamente opostos, vai ficar teta escolher um.

    Anular voto é para os fracos. Não podemos nos isentar em um momento tão importante, se não é simpático a nenhum candidato, escolha o menos pior na sua visão.
    sim, eu concordo, por isso nao disse que descartei completamente

    so estou pensando se vai ser como o aecio por exemplo que batia o tempo todo na corrupcao do pt e depois foi pego recebendo dinheiro deles e ja estava atolado na lista de propina a mto tempo

    meu medo eh que de repente o bolsonaro ta com esse discurso ai mas chegue na hora e se alie com o mdb e os pastores safados que estao por la so roubando a anos focando sua politica apenas nos quesitos de costumes individuais, esse que por sua, sou contra todos que ele prega por exemplo rs
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  6. #46876
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    Citação Postado originalmente por dankretli Ver Post
    Bem, vc entendeu o problema dos liberais com ele... Ele fala no Guedes o tempo inteiro, mas nunca é claro sobre o q vai fazer... Ele nunca foi liberal na economia.

    A bancada q ele está montando é muito mais focada em costumes(bancada evangélica, PSC, e os militares) do q em economia... Ele já está tendo problemas com o Guedes antes de ganhar, não dou 6 meses dele na fazenda...

    Pra mim está claro q se precisar sacrificar algo, ele vai escolher sacrificar a economia, com a concordância dos apoiadores, já q pra essa galera é "Deus acima de todos"...

    Eu tô no time q vai anular, pq entre um cara declaradamente fã da ditadura e outro do partido dos ladrões, não dá pra votar!
    Citação Postado originalmente por lagostinha Ver Post
    Citação Postado originalmente por NECO_LOCO Ver Post
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    agora o post que eu queria fazer

    eu me peguei em uma situacao aqui e queria a opiniao de vcs

    o fato que perguntando pra alguns conservadores que batem no pt/esquerda em todos os campos, se invertesse algumas caracteristicas dos candidatos como o bolsonaro virar o ateu e o haddad o cristao se eles mudariam seu voto, disseram que nao

    ai eu fui mais a fundo e disse "vamos mudar algumas outras, inclua tambem aborto e drogas " e pra minha surpresa houve uma reacao bizarra

    1o que disseram que ai bolsonaro nao teria seu voto, e comecava a dizer que o importante sao os valores, que se a pessoa tivesse valores eticos e de boa indole era o que precisava

    eu conclui que entao o papo de corrupcao zero que sempre batem nao importava entao, que o importante eram os valores de costumes, e ele dizia que sim mas ficava indagando que se a pessoa tem valores nao seria corrupto etc

    mas eu disse "entao vc concorda que vc esta votando em prol dos valores individuais de costumes ne, portanto, da mesma maneira que o esquerdista pro drogas aborto etc" ja que pra eles esses sao os valores certos

    ele ficava louco comigo falando que sao valores errados e nao aceitava que ele estava agindo exatamente igual, so que do ponto de vista dele hehe,

    o petista fecha o olho pra corrupcao pq tem como prioridade valores individuais (ele considera mais importantes e mais eticos e democraticos) e o conservador tb, so que com diferenca dos valores (sao o oposto)



    minha pergunta eh: se invertesse apenas os valores individuais por exemplo, voces ainda manteriam seus votos?


    eu estava certo do 17 pro 2o turno e agora to pensativo aqui, pq eu em si, priorizo a economia ja que no meu ver o importante eh o mais indo bem e o povo consequentemente melhorando de vida com mais emprego renda etc e os valores individuais em 2o plano porque no meu entender quem quiser usar droga ja usa, quem quiser se relacionar com mesmo sexo ja o faz e por ai vai, a unica coisa que pega mais eh o aborto, que por ser ilegal tem q fazer em clinicas clandestinas correndo risco de vida

    entao meu ponto eh que tudo que querem eh os valores individuais sobressaindo a todo o resto, e nesse caso seria apenas uma guerra de conservadores x liberais/progressistas

    ps, obviamente nao sao todos, eu apenas peguei um exemplo hoje e ja tinha feito isso outro dia com outra pessoa tb e deu o mesmo resultado

    nesse caso eu to pensando na possibilidade de votar nulo agora, mas como priorizo a economia nao descarto o 17 ainda, mas antes era 100% ctz e agora ja to flipando a decisao lol
    Pô Lagosta, isso é a opinião desses caras, obvio que isso é individual, você não tem que votar conforme o perfil do eleitor de cada candidato, você tem que votar pelas suas convicções.

    Pra você a economia é o ponto mais importante, assim como para mim, sugiro ler os dois programas de governo e avaliar a parte econômica de cada um, tem aspectos completamente opostos, vai ficar teta escolher um.

    Anular voto é para os fracos. Não podemos nos isentar em um momento tão importante, se não é simpático a nenhum candidato, escolha o menos pior na sua visão.
    sim, eu concordo, por isso nao disse que descartei completamente

    so estou pensando se vai ser como o aecio por exemplo que batia o tempo todo na corrupcao do pt e depois foi pego recebendo dinheiro deles e ja estava atolado na lista de propina a mto tempo

    meu medo eh que de repente o bolsonaro ta com esse discurso ai mas chegue na hora e se alie com o mdb e os pastores safados que estao por la so roubando a anos focando sua politica apenas nos quesitos de costumes individuais, esse que por sua, sou contra todos que ele prega por exemplo rs
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    Eu também pensava em anular até pouco tempo atrás, justamente por isso, os dois candidatos me causam revolta, mas querendo ou não um deles vai assumir, então me convenci que invés de anular eu posso ajudar a eleger o que eu acho menos pior e tocar minha vida em seguida.
    O que me fez decidir num cenário hipotético que o país fique na merda com os dois governos foi que se ainda me restar a liberdade já seria um alívio
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  7. #46877
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    Segue mais um crime dos apoiadores do nazista :

    "Eleitor do Bolsonaro ATROPELA Haddad "
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  8. #46878
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    Citação Postado originalmente por Fonteles Ver Post
    Esses caras são formados em fake news e memes de whatsaap. Nada do que dissermos será aceito. Leram o que Eliane Brum escreveu sobre autoverdade e pós-verdade? Então.

    A única coisa válida que o maisev oferece é a discussão razoável que temos com pouquíssimos membros (a maioria é bem burrinha, bem tacanha mesmo, não estudam, não leem nada, sequer jornal). Eu coloquei uns textos bem simples, a maioria já achou que é textão, rsrs. É um ou outro que se salva, e olhe lá.

    Esqueça os caras, Peba. No mundo virtual, não temos chance.
    Tem muito mais gente que lê o fórum do que participa, pelo menos eu suponho. Ficar discutindo com bozominions, achando que iria convencê-los de algo, seria o cúmulo da estupidez.
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  9. #46879
    World Class Avatar de gekinganger
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    Do mesmo jeito q eles foram convencidos, poderão ser desconvencidos.
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  10. #46880
    Professional Avatar de Lord_J
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    Quizz do dia:

    Você, eleitor de Bolsonaro, também conhecido como gigantesca maioria indignada, o que tem feito neste período eleitoral ?

    a) Tento provar que os 59% X 41% devem se revelar um 70% X 30%, ou utopicamente, um 80% X 20% no resultado final;

    b) Assinei a petição pública para que as forças armadas ajudem na fiscalização da urnas eletrônicas, que curiosamente, só tem denúncias não muito apuradas de um lado...

    c) A cada dia demonstro para um eleitor de Alkmin, Ciro, Amoedo, etc que ele é um cidadão brasileiro, não um membro de quadrilha;

    d) Cancelei minha assinatura em todos os órgãos de mídia comprados, engajados na cartilha do Foro de São Paulo. Vão morrer de inanição...

    e) Estou me divertindo muito destruindo as fanfics esquerdistas poucos segundos após elas serem criadas. Se fosse videogame, já estaríamos zerando;

    f) Com as "Control C / Control V" mudanças na campanha do Poste: 1) em termos numéricos (tiraram o Painho do santinho, ingratos), 2) em termos de pigmentação, abandonaram o vermelho (pega mal né...) e, 3) em termos ideológicos agora se dizem democráticos (propaganda gratuita pra marcas de óleo de peroba), já escuto de eleitores do PT que até o fim da campanha ele serão direcionados a votar no 17...
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