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Tópico: [Política] - O andamento e as decisões de nossos governantes

  1. #36551
    World Class Avatar de sopro
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    Moisés Lucarelli
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    Vou só pegar um ponto, a educação. Se a PEC limita o crescimento do orçamento ao da inflação, ou seja, vai congelar o "poder de compra", como será a implementação do "novo ensino médio"? Porque vão dobrar a ch, o que implica no mínimo em dobrar o corpo docente de cada escola.

    Sim, as escolas em sua maioria estão na mão dos municípios e estados, mas recebem repasse federal. Se o governo federal não aumentar o repasse de cada município e estado, eles terão que se virar pra contratar e pagar os novos funcionários da rede de ensino, a primeira consequência é o corte de outros setores ou magicamente aumentar a receita.

    Outro cenário seria o governo federal aumentar o repasse, mas a consequência é a mesma, já que o tal congelamento implicaria em não poder aumentar o orçamento sem tirar de outro lugar - nesse contexto, o governo pode deixar a responsabilidade na mão do MEC, que teria como única opção diminuir a verba das universidades federais e pesquisas científicas, ou o governo não deixa com o MEC e tira essa verba de outra pasta para não afetar o ensino superior e o fundamental.

    Btw, não faz muito tempo que o governo diminuiu o % da educação e algumas outras pastas, mas aumentou defesa nacional, aviação civil e política espacial.

    Como eu disse, peguei um exemplo (novo ensino médio) de uma pasta (educação), mas é provável que exista um universo de coisas que simplesmente não batem entre discurso vs orçamento vs pec
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  2. #36552
    World Class Avatar de Kleber
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    Citação Postado originalmente por sopro Ver Post
    Vou só pegar um ponto, a educação. Se a PEC limita o crescimento do orçamento ao da inflação, ou seja, vai congelar o "poder de compra", como será a implementação do "novo ensino médio"? Porque vão dobrar a ch, o que implica no mínimo em dobrar o corpo docente de cada escola.

    Sim, as escolas em sua maioria estão na mão dos municípios e estados, mas recebem repasse federal. Se o governo federal não aumentar o repasse de cada município e estado, eles terão que se virar pra contratar e pagar os novos funcionários da rede de ensino, a primeira consequência é o corte de outros setores ou magicamente aumentar a receita.

    Outro cenário seria o governo federal aumentar o repasse, mas a consequência é a mesma, já com o tal congelamento implicaria em não poder aumentar o orçamento sem tirar de outro lugar - nesse contexto, o governo pode deixar a responsabilidade na mão do MEC, que teria como única opção diminuir a verba das universidades federais e pesquisas científicas, ou o governo não deixa com o MEC e tira essa verba de outra pasta para não afetar o ensino superior e o fundamental.

    Btw, não faz muito tempo que o governo diminuiu o % da educação e algumas outras pastas, mas aumentou defesa nacional, aviação civil e política espacial.

    Como eu disse, peguei um exemplo (novo ensino médio) de uma pasta (educação), mas é provável que exista um universo de coisas que simplesmente não batem entre discurso vs orçamento vs pec
    Pelo que eu entendi o teto é global. Então, teoricamente, eles podem tirar de um lugar e botar em outro.

    Ainda, dentro da educação, podem p.ex. focar na educação de base e diminuir ensino superior. Eu, pex, acho errado o governo oferecer cursos no Ensino Superior que não tem muito mercado: musica, ensinos de genero etc. Acho que o governo deve focar sempre em dar oq é mais necessário.

    De qq forma, inverto a pergunta:

    - Como aumentar o investimento sem dinheiro?
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  3. #36553
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    Citação Postado originalmente por Picinin Ver Post
    Citação Postado originalmente por sopro Ver Post
    vc leu o texto?
    Eu li e achei as críticas bem sem sentido.

    O objetivo da PEC é exatamente forçar medidas que reduzam os gastos públicos, e a principal delas é a reforma da previdência. Então é meio sem sentido falar que os gastos sociais vão ser achatados porque o gasto previdenciário tende a crescer acima da inflação. Ele tende a crescer acima da inflação enquanto não for feita a reforma da previdência.

    Já a ideia de que a solução é uma reforma tributária é razoável, o problema é que ela é de longe a reforma mais difícil de implementar. Nem quando o país estava num bom momento, e que o governo tinha uma base parlamentar enorme, a reforma tributária saiu, porque, além das desavenças entre partidos com ideologias diferentes, ainda existem as desavenças entre Estados, Municípios e União. Então não me parece que ela seja uma alternativa viável.

    A vantagem e o perigo dessa PEC é que ela força o próprio Congresso a tomar medidas para frear os gastos públicos. Isso pode ser um estímulo para tomar medidas necessárias, mas impopulares, como pode acabar jogando o país no buraco caso o governo não tenha habilidade para aprovar medidas de ajuste.
    Não entendo muito do assunto, mas por que não faz sentido? Pelo que li a PEC não inclui reforma na previdência, então os outros setores vão ser achatados justamente por isso
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  4. #36554
    World Class Avatar de Picinin
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    Ela não limita o orçamento de nenhuma pasta em específico. Ela limita o gasto federal total. Então vamos supor que o gasto com educação é X, e o com previdência é 8X. Se o gasto da previdência cai pra 7X, é possível dobrar o da educação sem ferir a PEC.
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  5. #36555
    World Class Avatar de sopro
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    Sim, mas o governo não é uma casa da mãe joana, embora pareça, que vc tem X de dinheiro e vai pegando, existem os orçamentos anuais de cada pasta. Não precisamos especular, o de 2017 já foi anunciado, com -10% na educação e aumento de verba pro exército, aeroportos e mandar sonda brasileira pra órbita.

    Btw, o gasto com previdência, segundo parte do governo, precisa aumentar pq daqui a pouco não vai dar pra cobrir, pra solucionar isso o Temer cogitou aumentar a idade mínima masculina pra 70 anos.. a expectativa de vida pros meninos que nasceram em 2014 é de 75 anos em geral, alguns estados em torno de 80 e no nordeste próximo ao 70.
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  6. #36556
    Grinder Avatar de moscow
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    Sobre demais alternativas e o tão alardeado rombo na previdência: uma vez que a previdência tem uma conta dinâmica qualquer previsão feita em um cenário de crise - alto desemprego - tende a gerar uma previsão catastrófica.


    "Seja qual for o governo, o padrão de gastos do Estado – e, portanto, sua relação com a sociedade – precisará ser revisto em uma dimensão que ultrapassa muito as desastradas tentativas de ajuste que estão em curso desde janeiro do ano passado. A atual configuração desses gastos e o nível de consumo a que a sociedade se acostumou na última década não são compatíveis com um crescimento econômico sustentado, com relativo equilíbrio nas contas fiscais e externas. Empurramos o problema para frente durante alguns anos, à custa de aumentar endividamentos. É certo que esse tempo acabou. Mas há diferentes maneiras de lidar com a questão, não uma só.


    Entre os grandes gastos do Estado, destacam-se a seguridade social, que cuida dos pobres, e a rolagem da dívida pública, que cuida dos ricos. Juntas, representam nada menos que 22% do Produto Interno Bruto. Apesar de sua importância, são dois temas em que a desinformação predomina. Vale a pena olhar para eles.


    A dívida pública se aproxima dos 3 trilhões de reais. Diante da enormidade desse número, é fácil convencer as pessoas de que o Estado é irresponsável, gasta muito mais do que arrecada e por isso se endivida pesadamente junto ao setor privado, sugando recursos que poderiam se destinar ao investimento. Isso justifica os cortes draconianos anunciados, que seriam necessários para que possamos juntar recursos para pagar essa dívida. É a economia política da dona de casa, totalmente intuitiva. Se ela fosse verdadeira, as faculdades de economia poderiam fechar.


    Dívidas públicas existem no mundo inteiro porque são um recurso legítimo dos Estados nacionais. Como os investimentos feitos hoje beneficiam as gerações futuras, é justo que elas repartam os custos com as gerações atuais. Quando bem realizados, esses investimentos estimulam o crescimento econômico e contribuem para aumentar a capacidade de arrecadação de tributos, equilibrando as contas num momento seguinte.


    O segredo que os economistas sabem, mas precisa ser compartilhado com todos, é o seguinte: nenhuma dívida pública do mundo jamais será paga. Por isso, não há um limite fixo para elas (o Japão deve 230% do seu PIB, os Estados Unidos, 104%). Seu tamanho só é relevante na medida em que influencia os custos e as condições de sua rolagem em cada momento. A dívida brasileira não é especialmente alta, como percentagem do PIB (em torno de 67%), mas é muito cara. Além disso, as trapalhadas de Dilma Rousseff aceleraram seu crescimento, o que, de fato, inspira cuidados, pelos custos crescentes que isso acarreta.


    Mas é essencial não perder de vista que dívida pública não é igual a dívida privada. Nem os governos vão pagá-la, nem os credores, de posse de títulos que lhes garantem ótimos rendimentos, querem recebê-la, pois ambos precisam dela.

    Os títulos públicos brasileiros são hiperindexados e recebem generosos juros reais. Negociados diariamente, são um ente híbrido, uma dessas jabuticabas que só existem aqui: rendem como se fossem uma poupança premiada, mas têm a mesma liquidez da moeda. Nossa economia funciona, pois, com dois tipos de moeda: a comum, à qual todos têm acesso e que se desvaloriza no ritmo da inflação, e a financeira, que, além de protegida, dá lucro certo, sem passar pelas operações da economia real. Nessas condições, será mesmo que o setor privado financia o governo, ou ocorre justamente o contrário? Quem, afinal, financia quem?


    O problema, como se vê, não está só no nível da taxa de juros, mas no próprio regime de política monetária que predomina no Brasil. A rolagem da dívida, nessas condições, custa 8% do PIB, sem gerar gritarias. O que tira o sono dos conservadores é o salário mínimo pago aos aposentados. É aí que querem desindexar, em nome do equilíbrio financeiro do setor público, ameaçado pelo alegado déficit da Previdência Social. Também aqui a confusão predomina, pois há números para todos os gostos.



    O grande acordo civilizatório inscrito na Constituição de 1988 foi a formação de um sistema de seguridade com três componentes: saúde pública (amparo universal aos doentes), assistência social (amparo a portadores de deficiência e a pessoas em situações de risco social) e previdência (amparo aos que ultrapassaram o período de vida laborativa). Esse sistema, que o programa apresentado pelo PMDB quer desmontar, é o coração do pacto social brasileiro contemporâneo. Por sua extensão, capilaridade e profundidade, provavelmente é o principal motivo da nossa relativa estabilidade social. Justamente por isso é caro: custa 14% do PIB.


    Os dois primeiros componentes da seguridade correspondem a direitos líquidos de cidadania. Como tal, não contam com receitas próprias, sendo financiados pelos tributos que os constituintes criaram para esse fim (as contribuições sociais). Não se aplica nesses casos o conceito de déficit (ninguém diz, por exemplo, que uma escola pública, que oferece ensino gratuito, é “deficitária”; tampouco se pode dizer isso de um hospital público ou da assistência a uma pessoa pobre e portadora de uma deficiência grave). Só o terceiro componente da seguridade, a previdência propriamente dita, gera receitas próprias.

    Mesmo assim, a situação financeira da seguridade oscila ano a ano, entre déficits e superávits, conforme a conjuntura econômica do país. Opera contra seu equilíbrio o mecanismo denominado Desvinculação de Receitas da União (DRU), que permite ao governo não aplicar na seguridade uma parte dos tributos que são recolhidos em nome dela. (Em 2015, o governo federal deu algo como 160 bilhões de reais em desonerações fiscais para diversos setores do empresariado, o que mostra uma esquizofrenia: abre-se mão de receitas com facilidade, e ao mesmo tempo denuncia-se a existência de um déficit.)


    A Previdência, especificamente, tem em torno de 33 milhões de beneficiários, com rendimentos médios de 1.207 reais. É muito difícil prever sua evolução, pois as variáveis decisivas para seu equilíbrio financeiro de longo prazo não estão situadas dentro dela, mas na economia como um todo: a evolução do emprego formal, o patamar de salários, a produtividade dos trabalhadores ativos etc. É justo rever abusos e privilégios, onde eles existem, e prudente adotar medidas para adaptar o sistema ao novo perfil demográfico brasileiro – aumentando a idade para as aposentadorias, por exemplo –, mas nada disso pode servir de pretexto para um desmonte selvagem.


    Há um bom debate a ser feito, envolvendo um espectro de posições sérias muito mais amplo do que normalmente se vê. Mas, pelo andar da carruagem, não haverá debate nenhum.

    revista piauí - O golpe é outro
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  7. #36557
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    Citação Postado originalmente por sopro Ver Post
    Sim, mas o governo não é uma casa da mãe joana, embora pareça, que vc tem X de dinheiro e vai pegando, existem os orçamentos anuais de cada pasta. Não precisamos especular, o de 2017 já foi anunciado, com -10% na educação e aumento de verba pro exército, aeroportos e mandar sonda brasileira pra órbita.

    Btw, o gasto com previdência, segundo parte do governo, precisa aumentar pq daqui a pouco não vai dar pra cobrir, pra solucionar isso o Temer cogitou aumentar a idade mínima masculina pra 70 anos.. a expectativa de vida pros meninos que nasceram em 2014 é de 75 anos em geral, alguns estados em torno de 80 e no nordeste próximo ao 70.
    Mas eu acho que a luta política tem que se dar na LOA. Ou seja, a PEC quer limitar gasto total, que é uma ideia boa. A LOA tem que usar o dinheiro que tem de forma eficiente.

    Tipo, não dá pra continuar rolando a dívida eternamente.
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  8. #36558
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    Citação Postado originalmente por TheKid Ver Post
    Citação Postado originalmente por Picinin Ver Post
    Citação Postado originalmente por sopro Ver Post
    vc leu o texto?
    Eu li e achei as críticas bem sem sentido.

    O objetivo da PEC é exatamente forçar medidas que reduzam os gastos públicos, e a principal delas é a reforma da previdência. Então é meio sem sentido falar que os gastos sociais vão ser achatados porque o gasto previdenciário tende a crescer acima da inflação. Ele tende a crescer acima da inflação enquanto não for feita a reforma da previdência.

    Já a ideia de que a solução é uma reforma tributária é razoável, o problema é que ela é de longe a reforma mais difícil de implementar. Nem quando o país estava num bom momento, e que o governo tinha uma base parlamentar enorme, a reforma tributária saiu, porque, além das desavenças entre partidos com ideologias diferentes, ainda existem as desavenças entre Estados, Municípios e União. Então não me parece que ela seja uma alternativa viável.

    A vantagem e o perigo dessa PEC é que ela força o próprio Congresso a tomar medidas para frear os gastos públicos. Isso pode ser um estímulo para tomar medidas necessárias, mas impopulares, como pode acabar jogando o país no buraco caso o governo não tenha habilidade para aprovar medidas de ajuste.
    Não entendo muito do assunto, mas por que não faz sentido? Pelo que li a PEC não inclui reforma na previdência, então os outros setores vão ser achatados justamente por isso
    O raciocínio do governo é: se eu limito o gasto total, pra aumentar de um lado eu tenho que tirar de outro. Logo, vai ter que cortar de algum lugar. E onde é o lugar mais fácil de tirar? Da previdência. Logo, a PEC força uma reforma da previdência. Se o objetiva da PEC é forçar a reforma da previdência, não faz sentido projetar que os gastos vão continuar a crescer como crescem agora.

    Em outras palavras, o raciocínio é de que a saúde e educação vão ser achatadas porque a previdência não para de crescer. Só que a votação dessa PEC antes de tudo tem por objetivo exatamente forçar uma reforma que faça a previdência parar de crescer.
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  9. #36559
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    Citação Postado originalmente por sopro Ver Post
    Sim, mas o governo não é uma casa da mãe joana, embora pareça, que vc tem X de dinheiro e vai pegando, existem os orçamentos anuais de cada pasta. Não precisamos especular, o de 2017 já foi anunciado, com -10% na educação e aumento de verba pro exército, aeroportos e mandar sonda brasileira pra órbita.

    Btw, o gasto com previdência, segundo parte do governo, precisa aumentar pq daqui a pouco não vai dar pra cobrir, pra solucionar isso o Temer cogitou aumentar a idade mínima masculina pra 70 anos.. a expectativa de vida pros meninos que nasceram em 2014 é de 75 anos em geral, alguns estados em torno de 80 e no nordeste próximo ao 70.
    Existem, mas esses orçamentos podem fazer com que o gasto público cresça acima da inflação, como tem ocorrido nas últimas décadas. Aí ou a arrecadação também cresce acima da inflação, ou você tem déficit...
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  10. #36560
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    @moscow

    você pode tentar baixar juros na marra, como fez a Dilma. Mas não costuma dar muito certo. Título da dívida é um bem como outro qualquer. Se oferecer com 1% de juro real, nego vai investir em outro lugar.

    Anyway, o que nego não entendeu é que essa PEC não aloca recurso em lugar nenhum, ela só impede que o governo continua a aumentar seus gastos.
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