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Tópico: [Política] - O andamento e as decisões de nossos governantes

  1. #32391
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    O Lula tá preso, BABACA.
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    Eu já escrevi várias vezes isso no tópico, mas repetirei de modo mais direto: na minha opinião não ocorreu golpe branco/paraguaio nesse afastamento prévio da presidenta Dilma, pois o modo como a nossa CF e Lei de Crime de Responsabilidade foram escritas permitem que o Senado, e somente os senadores, afirmem o que realmente é ou não crime de responsabilidade. Se eles disserem que pedalada fiscal (que, independente de tudo, é uma prática vedada e nociva a nossa economia nacional) é crime de responsabilidade, acabou a discussão. O Senado é o órgão legítimo e competente para fazer esse julgamento.

    Em outras palavras, não há critérios rígidos e fixos para afirmar, sem margem de dúvidas, o que é e o que não é crime de responsabilidade. Será, vamos dizer assim, o momento político nacional que impelirá os senadores a escolherem esta ou aquela posição.

    Nós, como bons papagaios que somos (como o Marlon Brando dizia: nós somos repetidores e não pensadores), dizemos que o processo de impeachment é jurídico-político. Mas nesses tempos eu venho tentado refletir sobre essa questão e cheguei à conclusão que, na verdade, o processo de impeachment é um processo, sobretudo, político, mas que, claro, tem um fundo, uma forma, jurídica. É, enfim, um processo muito mais político do que jurídico. Muito mais.

    Eu acho que a intenção dos legisladores e constituintes que escreveram essas normas era de deixar a possibilidade de impeachment meio aberta mesmo. O poder jurídico não consegue impor sua vontade sobre o poder de fato/político sempre e em todas as ocasiões. Então, para termos um mínimo de manutenção da ordem, os legisladores/constituintes fixaram condições mínimas de governabilidade. Assim, se o Presidente não tem 1/3 do Parlamento, ele simplesmente não tem condições de governo - principalmente numa era em que o presidente governa por meio de leis (as pautas no CN ficam trancadas para votarem matérias do governo, o que é algo bizarro, mas que em outros tempos ajudou muito o presidente Lula).

    Diante disso, temos que discutir mais sobre esse instituto para tentarmos aperfeiçoá-lo. Mas nesse caso concreto, o processo de impeachment está correndo de acordo com as normas jurídicas vigentes.

    PS - aguardo as críticas.
    Última edição por Fonteles; 20-05-2016 às 11:35.
    Cão, Picinin, ekalil and 12 others like this.
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  2. #32392
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    O problema é que o Chomsky certamente não conhece nada do Brasil e tá falando de orelhada pelo que lê nos jornais estrangeiros. Aí fala umas coisas meio nonsense, como afirmar que a oposição impediu a Dilma pra assumir o poder, porque provavelmente perderia as eleições. A Dilma quase perdeu em 2014, muito provavelmente perderia se as eleições fossem uns 3 ou 4 meses depois, e qualquer candidato do PT seria espancado nas urnas hoje. Além disso, quem assume não é propriamente oposição, é quem deu sustentação ao governo do PT por 13 anos e só rompeu com a Dilma recentemente.
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  3. #32393
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    Citação Postado originalmente por Fonteles Ver Post
    Eu já escrevi várias vezes isso no tópico, mas repetirei de modo mais direto: na minha opinião não ocorreu golpe branco/paraguaio nesse afastamento prévio da presidenta Dilma, pois o modo como a nossa CF e Lei de Crime de Responsabilidade foram escritas permitem que o Senado, e somente os senadores, afirmem o que realmente é ou não crime de responsabilidade. Se eles disserem que pedalada fiscal (que, independente de tudo, é uma prática vedada e nociva a nossa economia nacional) é crime de responsabilidade acabou a discussão. O Senado é o órgão legítimo e competente para fazer esse julgamento.

    Em outras palavras, não há critério rígidos e fixos para afirmar, sem margem de dúvidas, o que é e o que não é crime de responsabilidade. Será, vamos dizer assim, o momento político nacional que impelirá os senadores a escolherem esta ou aquela posição.

    Nós, como bons papagaios que somos (como o Marlon Brando dizia: nós somos repetidores e não pensadores), dizemos que o processo de impeachment é jurídico-político. Mas nesses tempos eu venho tentado refletir sobre essa questão e cheguei à conclusão que, na verdade, o processo de impeachment é um processo, sobretudo, político, mas que, claro, tem um fundo, uma forma, jurídica. É, enfim, um processo muito mais político do que jurídico. Muito mais.

    Eu acho que a intenção dos legisladores e constituintes que escreveram essas normas era de deixar a possibilidade de impeachment meio aberta mesmo. O poder jurídico não consegue impor sua vontade sobre o poder de fato/político sempre e em todas as ocasiões. Então, para termos um mínimo de manutenção da ordem, os legisladores/constituintes fixaram condições mínimas de governabilidade. Assim, se o Presidente não tem 1/3 do Parlamento, ele simplesmente não tem condições de governo - principalmente numa era em que o presidente governa por meio de leis (as pautas no CN ficam trancadas para votarem matérias do governo, o que é algo bizarro, mas que em outros tempos ajudou muito o presidente Lula).

    Diante disso, temos que discutir mais sobre esse instituto para tentarmos aperfeiçoá-lo. Mas nesse caso concreto, o processo de impeachment está correndo de acordo com as normas jurídicas vigentes.

    PS - aguardo as críticas.
    Concordo com tudo. E eu sinceramente gostaria de entender pq a elite odeia o PT. Tipo, a elite povo (termo que deve dar um no na cabeca dos esquerdistas) pode realmente odiar. Aquela historia de nao gostar que pobre ande de aviao tem um fundo de verdade, embora seja algo que um pequeno % da populacao sente (ja que a minoria eh rico e so uma parte desses ricos tem esse pensamento tosco).

    Agora, a elite que manda (banqueiros, empreiteiros e afins) sempre adorou o PT enquanto tudo ia bem. A coisa esquisitou mesmo quando o pais desandou e ficou ruim pra esses caras.
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  4. #32394
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    Quando ficou ruim pra banqueiro e empreiteiro?
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  5. #32395
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    Citação Postado originalmente por maicofer Ver Post
    Quando ficou ruim pra banqueiro e empreiteiro?
    Pra banqueiro ruim não fica, mas com mais instabilidade o longo prazo fica nebuloso.

    Pra empreiteiro pq tem uma boa meia dúzia na cadeia.
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  6. #32396
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    Citação Postado originalmente por ekalil Ver Post
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    Eu já escrevi várias vezes isso no tópico, mas repetirei de modo mais direto: na minha opinião não ocorreu golpe branco/paraguaio nesse afastamento prévio da presidenta Dilma, pois o modo como a nossa CF e Lei de Crime de Responsabilidade foram escritas permitem que o Senado, e somente os senadores, afirmem o que realmente é ou não crime de responsabilidade. Se eles disserem que pedalada fiscal (que, independente de tudo, é uma prática vedada e nociva a nossa economia nacional) é crime de responsabilidade acabou a discussão. O Senado é o órgão legítimo e competente para fazer esse julgamento.

    Em outras palavras, não há critério rígidos e fixos para afirmar, sem margem de dúvidas, o que é e o que não é crime de responsabilidade. Será, vamos dizer assim, o momento político nacional que impelirá os senadores a escolherem esta ou aquela posição.

    Nós, como bons papagaios que somos (como o Marlon Brando dizia: nós somos repetidores e não pensadores), dizemos que o processo de impeachment é jurídico-político. Mas nesses tempos eu venho tentado refletir sobre essa questão e cheguei à conclusão que, na verdade, o processo de impeachment é um processo, sobretudo, político, mas que, claro, tem um fundo, uma forma, jurídica. É, enfim, um processo muito mais político do que jurídico. Muito mais.

    Eu acho que a intenção dos legisladores e constituintes que escreveram essas normas era de deixar a possibilidade de impeachment meio aberta mesmo. O poder jurídico não consegue impor sua vontade sobre o poder de fato/político sempre e em todas as ocasiões. Então, para termos um mínimo de manutenção da ordem, os legisladores/constituintes fixaram condições mínimas de governabilidade. Assim, se o Presidente não tem 1/3 do Parlamento, ele simplesmente não tem condições de governo - principalmente numa era em que o presidente governa por meio de leis (as pautas no CN ficam trancadas para votarem matérias do governo, o que é algo bizarro, mas que em outros tempos ajudou muito o presidente Lula).

    Diante disso, temos que discutir mais sobre esse instituto para tentarmos aperfeiçoá-lo. Mas nesse caso concreto, o processo de impeachment está correndo de acordo com as normas jurídicas vigentes.

    PS - aguardo as críticas.
    Concordo com tudo. E eu sinceramente gostaria de entender pq a elite odeia o PT. Tipo, a elite povo (termo que deve dar um no na cabeca dos esquerdistas) pode realmente odiar. Aquela historia de nao gostar que pobre ande de aviao tem um fundo de verdade, embora seja algo que um pequeno % da populacao sente (ja que a minoria eh rico e so uma parte desses ricos tem esse pensamento tosco).

    Agora, a elite que manda (banqueiros, empreiteiros e afins) sempre adorou o PT enquanto tudo ia bem. A coisa esquisitou mesmo quando o pais desandou e ficou ruim pra esses caras.
    Eu acho que um setor da elite (se for vermos BEM, quem vive sozinho e ganha mais do que R$6.000 pertence aos 5% da população mais abastada e quem ganha mais R$ 12.000,00 já pertence ao 1% mais rico da população brasileira) realmente não gosta de pobre. Acontece que, na minha experiência, esse é um dos setores mais progressistas no Brasil.

    Assim, a repulsa às demandas dos pobres e dos trabalhadores, enfim, a repulsa ao princípio da igualdade (e todos os demais decorrentes) vem mais da classe média do que dos ricos, IMHO.

    Você concorda com isso?
    Última edição por Fonteles; 20-05-2016 às 12:05.
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  7. #32397
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    Eu já escrevi várias vezes isso no tópico, mas repetirei de modo mais direto: na minha opinião não ocorreu golpe branco/paraguaio nesse afastamento prévio da presidenta Dilma, pois o modo como a nossa CF e Lei de Crime de Responsabilidade foram escritas permitem que o Senado, e somente os senadores, afirmem o que realmente é ou não crime de responsabilidade. Se eles disserem que pedalada fiscal (que, independente de tudo, é uma prática vedada e nociva a nossa economia nacional) é crime de responsabilidade acabou a discussão. O Senado é o órgão legítimo e competente para fazer esse julgamento.

    Em outras palavras, não há critério rígidos e fixos para afirmar, sem margem de dúvidas, o que é e o que não é crime de responsabilidade. Será, vamos dizer assim, o momento político nacional que impelirá os senadores a escolherem esta ou aquela posição.

    Nós, como bons papagaios que somos (como o Marlon Brando dizia: nós somos repetidores e não pensadores), dizemos que o processo de impeachment é jurídico-político. Mas nesses tempos eu venho tentado refletir sobre essa questão e cheguei à conclusão que, na verdade, o processo de impeachment é um processo, sobretudo, político, mas que, claro, tem um fundo, uma forma, jurídica. É, enfim, um processo muito mais político do que jurídico. Muito mais.

    Eu acho que a intenção dos legisladores e constituintes que escreveram essas normas era de deixar a possibilidade de impeachment meio aberta mesmo. O poder jurídico não consegue impor sua vontade sobre o poder de fato/político sempre e em todas as ocasiões. Então, para termos um mínimo de manutenção da ordem, os legisladores/constituintes fixaram condições mínimas de governabilidade. Assim, se o Presidente não tem 1/3 do Parlamento, ele simplesmente não tem condições de governo - principalmente numa era em que o presidente governa por meio de leis (as pautas no CN ficam trancadas para votarem matérias do governo, o que é algo bizarro, mas que em outros tempos ajudou muito o presidente Lula).

    Diante disso, temos que discutir mais sobre esse instituto para tentarmos aperfeiçoá-lo. Mas nesse caso concreto, o processo de impeachment está correndo de acordo com as normas jurídicas vigentes.

    PS - aguardo as críticas.
    Concordo com tudo. E eu sinceramente gostaria de entender pq a elite odeia o PT. Tipo, a elite povo (termo que deve dar um no na cabeca dos esquerdistas) pode realmente odiar. Aquela historia de nao gostar que pobre ande de aviao tem um fundo de verdade, embora seja algo que um pequeno % da populacao sente (ja que a minoria eh rico e so uma parte desses ricos tem esse pensamento tosco).

    Agora, a elite que manda (banqueiros, empreiteiros e afins) sempre adorou o PT enquanto tudo ia bem. A coisa esquisitou mesmo quando o pais desandou e ficou ruim pra esses caras.
    Eu acho que um setor da elite (se for vermos BEM, quem vive sozinho e ganha mais do que R$6.000 pertence aos 5% da população mais abastada e quem ganha mais do que R$ 12.000,00 já pertence ao 1% mais rico da população brasileira) realmente não gosta de pobre.

    Mas a repulsa às demandas dos pobres e dos trabalhadores, enfim, a repulsa ao princípio da igualdade (e todos os demais decorrentes) vem mais da classe média do que dos ricos, IMHO.

    Isso é evidente, inclusive acho que você concorda com isso, não?
    Depende da definição de classe média. Quem vc tá considerando?
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  8. #32398
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    Quando ficou ruim pra banqueiro e empreiteiro?
    Pra banqueiro ruim não fica, mas com mais instabilidade o longo prazo fica nebuloso.

    Pra empreiteiro pq tem uma boa meia dúzia na cadeia.
    Não entendi então tu acha que os empreiteiros apoiaram o impeachment em troca de um alívio nas investigações?
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  9. #32399
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    Quando ficou ruim pra banqueiro e empreiteiro?
    Pra banqueiro ruim não fica, mas com mais instabilidade o longo prazo fica nebuloso.

    Pra empreiteiro pq tem uma boa meia dúzia na cadeia.
    Não entendi então tu acha que os empreiteiros apoiaram o impeachment em troca de um alívio nas investigações?
    Não apoiam o impeachment. Mas imagino que não estão morrendo de amores pelo PT nesse momento.

    Mas o que eu quis dizer é que a elite que realmente manda nunca teve problemas com o PT no poder enquanto o país ia bem, então eu acho um puta mito esse negócio de que a elite esperava uma oportunidade pra derrubar o governo.

    Pra mim a ordem das coisas que levaram ao impeachment foi:

    1- crise econômica e má administração
    2- corrupção
    3- birrinha com o PT
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  10. #32400
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    Eu já escrevi várias vezes isso no tópico, mas repetirei de modo mais direto: na minha opinião não ocorreu golpe branco/paraguaio nesse afastamento prévio da presidenta Dilma, pois o modo como a nossa CF e Lei de Crime de Responsabilidade foram escritas permitem que o Senado, e somente os senadores, afirmem o que realmente é ou não crime de responsabilidade. Se eles disserem que pedalada fiscal (que, independente de tudo, é uma prática vedada e nociva a nossa economia nacional) é crime de responsabilidade acabou a discussão. O Senado é o órgão legítimo e competente para fazer esse julgamento.

    Em outras palavras, não há critério rígidos e fixos para afirmar, sem margem de dúvidas, o que é e o que não é crime de responsabilidade. Será, vamos dizer assim, o momento político nacional que impelirá os senadores a escolherem esta ou aquela posição.

    Nós, como bons papagaios que somos (como o Marlon Brando dizia: nós somos repetidores e não pensadores), dizemos que o processo de impeachment é jurídico-político. Mas nesses tempos eu venho tentado refletir sobre essa questão e cheguei à conclusão que, na verdade, o processo de impeachment é um processo, sobretudo, político, mas que, claro, tem um fundo, uma forma, jurídica. É, enfim, um processo muito mais político do que jurídico. Muito mais.

    Eu acho que a intenção dos legisladores e constituintes que escreveram essas normas era de deixar a possibilidade de impeachment meio aberta mesmo. O poder jurídico não consegue impor sua vontade sobre o poder de fato/político sempre e em todas as ocasiões. Então, para termos um mínimo de manutenção da ordem, os legisladores/constituintes fixaram condições mínimas de governabilidade. Assim, se o Presidente não tem 1/3 do Parlamento, ele simplesmente não tem condições de governo - principalmente numa era em que o presidente governa por meio de leis (as pautas no CN ficam trancadas para votarem matérias do governo, o que é algo bizarro, mas que em outros tempos ajudou muito o presidente Lula).

    Diante disso, temos que discutir mais sobre esse instituto para tentarmos aperfeiçoá-lo. Mas nesse caso concreto, o processo de impeachment está correndo de acordo com as normas jurídicas vigentes.

    PS - aguardo as críticas.
    Concordo com tudo. E eu sinceramente gostaria de entender pq a elite odeia o PT. Tipo, a elite povo (termo que deve dar um no na cabeca dos esquerdistas) pode realmente odiar. Aquela historia de nao gostar que pobre ande de aviao tem um fundo de verdade, embora seja algo que um pequeno % da populacao sente (ja que a minoria eh rico e so uma parte desses ricos tem esse pensamento tosco).

    Agora, a elite que manda (banqueiros, empreiteiros e afins) sempre adorou o PT enquanto tudo ia bem. A coisa esquisitou mesmo quando o pais desandou e ficou ruim pra esses caras.
    Eu acho que um setor da elite (se for vermos BEM, quem vive sozinho e ganha mais do que R$6.000 pertence aos 5% da população mais abastada e quem ganha mais do que R$ 12.000,00 já pertence ao 1% mais rico da população brasileira) realmente não gosta de pobre.

    Mas a repulsa às demandas dos pobres e dos trabalhadores, enfim, a repulsa ao princípio da igualdade (e todos os demais decorrentes) vem mais da classe média do que dos ricos, IMHO.

    Isso é evidente, inclusive acho que você concorda com isso, não?
    Depende da definição de classe média. Quem vc tá considerando?
    *quem ganha R$ 12.000,00 já pertence ao 1% mais rico da população.

    A classe média "normal", aquela que ganha aproximadamente 3.000,00 por cabeça. Acho que esse é setor mais preconceituoso da população. Posso estar errado e estar elevando um termo absoluto a níveis proporcionais.
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