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Tópico: [Política] - O andamento e as decisões de nossos governantes

  1. #30281
    World Class Avatar de DiegoSestito
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    Não vou comentar o resto do post, porque eu ainda não consegui formar uma opinião sobre o assunto, mas a parte em negrito é uma afirmação que no minimo é discutível, pra não dizer que é falsa e puxar o ônus da prova pro meu lado.

    É uma daquelas coisas que de tanto se repetir acaba virando verdade sem ninguém verdadeiramente provar a afirmação.
    Todas as minhas afirmações são discutíveis, porque tanto direito como economia não são ciências exatas.

    Mas é inegável que as constantes previsões infladas e manobras contábeis que começaram em 2012 geraram uma puta desconfiança em cima da equipe econômica da Dilma. E de 2013 pra cá, o investimento começou a cair. O governo, ao invés de se preocupar em gerar condições para o aumento do investimento, continuou a maquiar dados e a apostar no consumo interno para manter o crescimento do PIB. Mas é óbvio que isso tem limite. Com a produção industrial caindo, o setor agrícola patinando, e o investimento seguindo a tendência de queda, não tem consumo que aguente.

    IMO, é bem claro que o clima de insegurança e desconfiança - gerados pelas maquiagens contábeis e as contantes previsões otimistas que nunca se realizavam - foi fundamental para a queda no investimento e na produção agrícola e industrial
    Ai chega um keynesiano e diz que a causa inicial foi a queda dos commodities e a falta de recuperação por parte dos parceiros comerciais após a crise de 2008, e a consequente queda do consumo interno. E que a situação piorou quando a taxa de juros aumentou (também creem em um erro, mas um erro diferente), o crédito foi cortado. Pode dizer que a situação entrou em situação crítica quando as medidas de austeridade foram tomadas, desestimulando ainda mais a economia.

    Ou seja, ninguém prova nada.
    Ele pode dizer isso,difcíciol vai ser sustentar com os números. A queda do consumo começa é de 2015, quando o país já estava em recessão. E os parceiros comerciais cresceram a níveis muito superiores aos do Brasil de 2011 pra cá.

    Além disso, se avaliar os gráficos de investimento, produção e consumo das famílias, fica claro que os dois primeiros já vinham caindo há muito tempo, e que o consumo das famílias é que sustentava o PIB.

    Um keynesiano vai falar que o Mantega é um mentecapto que usou uma medida que deveria ser anticíclica como política econômica definitiva.
    Esse artigo aqui, pra mim ta bem sustentado nos números:
    http://cepr.net/documents/publicatio...il-2015-08.pdf
    Só falta você mostrar porque esse artigo contradiz meu argumento.

    Na verdade, ele contradiz o seu argumento "keynesiano", já que ele propõe que a queda no crescimento no período 2010-2014 é fruto da política macroeconômica doméstica, não de mudanças nas condições financeiras e comerciais externas. ("purpose of this paper is to argue that this sharp slowdown in the growth rate of the Brazilian economy since 2011 can be explained predominantly by changes in the orientation of domestic macroeconomic policy, rather than to changes in the external conditions of trade and finance)
    Despite the continuity of generally favorable external financing conditions, the government changedagain the orientation of its macroeconomic policy in late 2010 and early 2011. The priority wasshifted to opening space and generating incentives for the private sector to lead growth throughautonomous investment and exports. This led the government to deliberately promote a majorcontraction in aggregate demand growth rates in 2011. We have shown that both monetary andfiscal policy accounted for most of the sharp slowdown in output growth in 2011, with effectslasting until 2012. After that, the government tried to stimulate private investment by creatingincentives for the private sector, such as reduced interest rates for investment projects, large taxbreaks and a large exchange rate devaluation. In general, these incentives had little positive effect onaggregate demand and served just to increase profit margins in some sectors. The failure of this newpolicy orientation largely explains the much lower growth trend in the 2011-2014. Table 1summarizes and contrasts what happened to the growth of aggregate demand and some of its maindeterminants in the two periods.The obvious, massive failure of the 2011-2014 policy regime appears only to have convinced thegovernment to double down on its bets. In early 2015, a new economic cabinet began by publiclydeclaring another major shift in the orientation of macroeconomic policy. Now the main statedobjective is to reduce the gross public debt, and the new strategy involves an attempt to reduce thesize and importance of government spending and of the credit offered by government-owned banksin the economy. The adjustment plan consists of a strong fiscal adjustment with cuts in governmentcurrent spending and social transfers, tax increases (credit, consumption, fuel), an increase in theinterest rates controlled by the government (the basic interest rate, the interest rate for BNDESloans and mortgage rates from Caixa Economica), and other measures to constrain the growth ofcredit by state-owned banks. The new policy contains a further strong depreciation of the realexchange rate57 and large increases in prices monitored by the government (mainly fuel and57 Which supposedly is floating and started depreciating after the minister of finance said that the government wouldstop spending money to keep it “artificially over appreciated.”Aggregate Demand and the Slowdown of Brazilian Economic Growth 32electricity). Although the focus of the economic cabinet is to reduce the gross debt-to-GDP ratio,they declare that this adjustment is strictly necessary and will be expansionary in the medium run.
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  2. #30282
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    Eles não param. Eduardo Bolsonaro responde sobre o cuspe dele.

    https://www.facebook.com/bolsonaro.e...2238345635461/

    Foi legítima defesa
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  3. #30283
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    Citação Postado originalmente por DiegoSestito Ver Post
    Citação Postado originalmente por cabocla Ver Post
    "Ditadura militar: por que seu professor maconheiro conta uma história e o seu avô trabalhador conta outra."
    Meu avô era tenente coronel do exército na época, e me contava a mesma história que o meu professor.
    Vou fazer uma brag aqui e colocar uma história interessante pra galera.

    Meu bisavô era general do exército na época do golpe, ele comandava o 5˚ exército (PR e SC), era completamente contra a ditadura militar e foi um dos que tentou barrar o golpe. Foi acusado de traição pelo exército e logo após o golpe entregou o cargo de general.

    Aqui tem um trecho de uma matéria que cita ele (Silvino Castor da Nóbrega):

    "Sem disparar um único tiro, os militares golpistas rapidamente conseguiram dominar a situação no Paraná. Conti lembra que a pessoa que poderia frustrar os militares revoltosos era o general Silvino Castor da Nóbrega, comandante da 5ª Região Militar no Paraná, que apoiava Jango.

    No dia 31 de março de 1964, o general voltava para Curitiba em um avião da Força Aérea Brasileira de uma reunião com o chefe da Casa Militar, general Assis Brasil, que tentava conter os militares golpistas. Segundo o ex-secretário de Segurança, o general teve sua rota de vôo alterada para não aterrissar em Curitiba. “O piloto do avião recebeu ordens de um tenente que era ligado a nós, que havia recebido ordens para levar o comandante (Silvino da Nóbrega) a Porto Alegre.” Conti afirma que foi dito a Silvino da Nóbrega que a neblina impedia a aterrissagem. “Quando ele chegou no Rio Grande, já estava tudo dominado.”

    O pesquisador José Carlos Dutra, que estudou o golpe militar no Paraná, afirma que o general Silvino da Nóbrega tentou organizar uma resistência dando ordens aos batalhões de Blumenau e Joinville para que se deslocassem na direção de São Paulo. “Tal ordem não foi cumprida e o general foi destituído do comando, acusado de apoiar os comunistas. Respondeu a inquérito policial-militar e, posteriormente, foi transferido para a reserva remunerada”, diz Dutra, em um de seus estudos.

    Segundo ele, apesar de o Paraná não estar no centro dos acontecimentos, por pouco não houve luta armada no estado. “Devido aos fatos relacionados ao comandante da 5ª Região Militar (...), o comandante do 2º Exército determinou o deslocamento de tropas paulistas em direção a Curitiba pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), prevendo a possibilidade de confronto com as tropas do general Silvino e considerando, também, ser passagem obrigatória de tropas que poderiam vir do Rio Grande do Sul”, afirma Dutra. O conflito, porém, não ocorreu."


    Quem quiser ler a matéria completa, tem aqui: Ney Braga conspirou contra Jango em 1964, diz general da reserva | Vida Pública | Gazeta do Povo

    PS. Ele não era comunista!!
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  4. #30284
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    O Lula tá preso, BABACA.
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    Citação Postado originalmente por DiegoSestito Ver Post
    Citação Postado originalmente por cabocla Ver Post
    "Ditadura militar: por que seu professor maconheiro conta uma história e o seu avô trabalhador conta outra."
    Meu avô era tenente coronel do exército na época, e me contava a mesma história que o meu professor.
    Meu avô era coronel, veterano da grande guerra, delegado de apucarana, e, apesar de ser (muito) conservador, foi caçado na ditadura porque tinha um projeto de distribuição de leite nas favelas - obviamente foi considerado comunista.

    Esses idiotas, como o cabocla por exemplo, se esquecem (quer dizer, nem sabem) que a década de 80 é denominada como uma década perdida justamente porque o """""""milagre"""""" econômico da década de 70 acabou com o país na década seguinte e, só mais tarde, com FHC recuperamos algum equilíbrio econômico, ainda que precário. Esses analfabetos vão dizer assim: no meu tempo não havia tráfico de drogas, violência, gangues, a família era respeitada, etc etc etc. Como discutir com esses acéfalos? Outros ainda defendem a ditadura de maneira consciente.

    Nesses casos não há possibilidade de haver qualquer discussão (pelo menos para o meu caso particular). Ou será ignorado, ou haverá algum confronto (de ideias).

    Como eu já disse, eu até tolero e posso vir a respeitar alguém que defenda o golpe de 1964-69. Mas defender a ditadura pós AI 5 já é inadmissível para mim.
    Última edição por Fonteles; 20-04-2016 às 15:36.
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  5. #30285
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    Citação Postado originalmente por RRetired Ver Post
    Citação Postado originalmente por DiegoSestito Ver Post
    Citação Postado originalmente por cabocla Ver Post
    "Ditadura militar: por que seu professor maconheiro conta uma história e o seu avô trabalhador conta outra."
    Meu avô era tenente coronel do exército na época, e me contava a mesma história que o meu professor.
    Vou fazer uma brag aqui e colocar uma história interessante pra galera.

    Meu bisavô era general do exército na época do golpe, ele comandava o 5˚ exército (PR e SC), era completamente contra a ditadura militar e foi um dos que tentou barrar o golpe. Foi acusado de traição pelo exército e logo após o golpe entregou o cargo de general.

    Aqui tem um trecho de uma matéria que cita ele (Silvino Castor da Nóbrega):

    "Sem disparar um único tiro, os militares golpistas rapidamente conseguiram dominar a situação no Paraná. Conti lembra que a pessoa que poderia frustrar os militares revoltosos era o general Silvino Castor da Nóbrega, comandante da 5ª Região Militar no Paraná, que apoiava Jango.

    No dia 31 de março de 1964, o general voltava para Curitiba em um avião da Força Aérea Brasileira de uma reunião com o chefe da Casa Militar, general Assis Brasil, que tentava conter os militares golpistas. Segundo o ex-secretário de Segurança, o general teve sua rota de vôo alterada para não aterrissar em Curitiba. “O piloto do avião recebeu ordens de um tenente que era ligado a nós, que havia recebido ordens para levar o comandante (Silvino da Nóbrega) a Porto Alegre.” Conti afirma que foi dito a Silvino da Nóbrega que a neblina impedia a aterrissagem. “Quando ele chegou no Rio Grande, já estava tudo dominado.”

    O pesquisador José Carlos Dutra, que estudou o golpe militar no Paraná, afirma que o general Silvino da Nóbrega tentou organizar uma resistência dando ordens aos batalhões de Blumenau e Joinville para que se deslocassem na direção de São Paulo. “Tal ordem não foi cumprida e o general foi destituído do comando, acusado de apoiar os comunistas. Respondeu a inquérito policial-militar e, posteriormente, foi transferido para a reserva remunerada”, diz Dutra, em um de seus estudos.

    Segundo ele, apesar de o Paraná não estar no centro dos acontecimentos, por pouco não houve luta armada no estado. “Devido aos fatos relacionados ao comandante da 5ª Região Militar (...), o comandante do 2º Exército determinou o deslocamento de tropas paulistas em direção a Curitiba pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), prevendo a possibilidade de confronto com as tropas do general Silvino e considerando, também, ser passagem obrigatória de tropas que poderiam vir do Rio Grande do Sul”, afirma Dutra. O conflito, porém, não ocorreu."


    Quem quiser ler a matéria completa, tem aqui: Ney Braga conspirou contra Jango em 1964, diz general da reserva | Vida Pública | Gazeta do Povo

    PS. Ele não era comunista!!
    Não era comunista, era idiota útil.
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  6. #30286
    Table Captain Avatar de cabocla
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    Tentou falar bonito mas não falou nada...
    Fonteles
    Mas aquela "no máximo uma república sindicalista" foi muito engraçada, em outras palavras: um Estado pelego. Que, em outras palavras...
    Última edição por cabocla; 20-04-2016 às 15:45.
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  7. #30287
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    RRetired, o confronto só não aconteceu porque Jango tomou uma decisão nobre (para alguns, uma decisão covarde) de não mobilizar os exércitos do Sul. Brizola ficou louco com ele, porque o Sul era anti golpe e poderia debelar a insurreição.
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  8. #30288
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    sul sempre salvando o país, enquanto sudeste sempre roubando(desde o começo, na cana, café com leite, até hoje). e dilmo é mineira.
    Última edição por goldslash; 20-04-2016 às 15:46.
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  9. #30289
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    "Ditadura militar: por que seu professor maconheiro conta uma história e o seu avô trabalhador conta outra."
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    Meu bisavô era general do exército na época do golpe, ele comandava o 5˚ exército (PR e SC), era completamente contra a ditadura militar e foi um dos que tentou barrar o golpe. Foi acusado de traição pelo exército e logo após o golpe entregou o cargo de general.

    Aqui tem um trecho de uma matéria que cita ele (Silvino Castor da Nóbrega):

    "Sem disparar um único tiro, os militares golpistas rapidamente conseguiram dominar a situação no Paraná. Conti lembra que a pessoa que poderia frustrar os militares revoltosos era o general Silvino Castor da Nóbrega, comandante da 5ª Região Militar no Paraná, que apoiava Jango.

    No dia 31 de março de 1964, o general voltava para Curitiba em um avião da Força Aérea Brasileira de uma reunião com o chefe da Casa Militar, general Assis Brasil, que tentava conter os militares golpistas. Segundo o ex-secretário de Segurança, o general teve sua rota de vôo alterada para não aterrissar em Curitiba. “O piloto do avião recebeu ordens de um tenente que era ligado a nós, que havia recebido ordens para levar o comandante (Silvino da Nóbrega) a Porto Alegre.” Conti afirma que foi dito a Silvino da Nóbrega que a neblina impedia a aterrissagem. “Quando ele chegou no Rio Grande, já estava tudo dominado.”

    O pesquisador José Carlos Dutra, que estudou o golpe militar no Paraná, afirma que o general Silvino da Nóbrega tentou organizar uma resistência dando ordens aos batalhões de Blumenau e Joinville para que se deslocassem na direção de São Paulo. “Tal ordem não foi cumprida e o general foi destituído do comando, acusado de apoiar os comunistas. Respondeu a inquérito policial-militar e, posteriormente, foi transferido para a reserva remunerada”, diz Dutra, em um de seus estudos.

    Segundo ele, apesar de o Paraná não estar no centro dos acontecimentos, por pouco não houve luta armada no estado. “Devido aos fatos relacionados ao comandante da 5ª Região Militar (...), o comandante do 2º Exército determinou o deslocamento de tropas paulistas em direção a Curitiba pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), prevendo a possibilidade de confronto com as tropas do general Silvino e considerando, também, ser passagem obrigatória de tropas que poderiam vir do Rio Grande do Sul”, afirma Dutra. O conflito, porém, não ocorreu."


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    PS. Ele não era comunista!!
    Ainda bem que seu bisavô não tá vivo pra te ver apoiar o golpe mais de 50 anos depois de ele ter tentado salvar a democracia brasileira.
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  10. #30290
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    ^^
    Pode crê!!
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