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Tópico: E-Sports: Imbecilidade total

  1. #21
    World Class Avatar de RRetired
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    Eu acho bem legal que os e-sports estejam se desenvolvendo da maneira como estão. Premiações altas, equipes patrocinadas por grandes empresas, jogadores assalariados, tudo isso já vem se desenhando há um bom tempo como tendência e hoje em dia é realidade. Acho também que considerar os e-sports uma babaquice é ser o próprio babaca, os games competitivos são muito divertidos, interativos e possibilitam todo tipo de pessoa jogar em alto nível.

    Agora, uma coisa que a galera comentou aqui é certa, é preciso tomar cuidado (principalmente com as crianças e adolescentes) com o exagero nos games. O cenário é preocupante, a obesidade infantil (que é muito grave) está aumentando muito nos últimos anos, a falta de coordenação motora grossa das crianças também chama atenção, hoje em dia tem muita criança que não corre, não pula, não escala árvore, sobe muro, etc, nas gerações anteriores era muito mais difícil encontrar uma criança sedentária do que hoje. A galera que ensina esportes para crianças está tendo que fazer diversas adaptações nas metodologias de ensino que funcionaram durante décadas. Uma professora de vôlei que conversei outro dia me falou que ela usa o dobro de tempo para ensinar cada fundamento do que está escrito na literatura clássica sobre ensino de voleibol. Além é claro, de distúrbios psicológicos que podem ser relacionados ao exagero em games, baixa socialização real, contato com violência realística, etc...Tudo isso é bem grave, e não adianta fingir que não acontece. Pra quem tem filhos, vale a pena se ligar nisso tudo. Obesidade e sedentarismo durante o período de desenvolvimento são muito sérios e podem acarretar em problemas que vão acompanhar essa pessoa pro resto da vida. É claro que não dá pra colocar toda a culpa desse cenário nas costas dos games, mas com certeza fazem parte desse pacote de problemas da saúde das próximas décadas.
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  2. #22
    Table Captain Avatar de Mooita
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    Outra coisa bizarra que ele fala no post, é esse binarismo de que ou o cara brincava na rua ou jogava vídeo game em casa, jamais esses 2 juntos né?
    Eu mesmo brincava o dia todo na rua, nos mato, construções abandonadas, brincava de lutinha, estourava rojão, jogava futebol, jogava taco e etc, e na noite ficava até madrugada no game, chegava ter calo nos dedos de tanto jogar!
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  3. #23
    Expert Avatar de smiiters
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    Os games acabam se tornando uma forma de escapismo pra muitas crianças e adolescentes que sofrem. O irmão de um amigo bem próximo, passou por uma época em que sofreu bastante bullying na escola. Hoje, ele passa o dia todo jogando Lol e outros jogos online. Os únicos amigos que ele tem são dos jogos e que ele provavelmente nunca conheceu pessoalmente. Bem triste.
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  4. #24
    Amador Avatar de DESENHISTA
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    Esse nunca jogou um CSGO na vida. No CSGO, bate o River, mas eu nao sou eliminado kkkkkkkkkkkkk.
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  5. #25
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    Por acaso fui jogar PUBG esses dias e procurar uns vídeos de dicas no Youtube e me deparei com uns videos do shroud (streamer e ex pró de CSGO). A velocidade dos reflexos do cara me parece quase sobre humana (tem outros prós na mesma linha, mas não são tão impressionantes, são muito bons, mas "humanos")! E é prazeroso assistir exatamente por ver algo extraordinário (por isso que as pessoas assistem profissionais jogando futebol, ao invés de ficarem só batendo a peladinha medíocre delas).

    Assim que os jogos ficarem um pouquinho mais realistas e criarem dinâmicas de jogos cada vez mais interessantes para serem assistidos essa área vai explodir (CSGO por exemplo não é legal pra assistir como PUBG, pq é muito rápido e repetitivo). Tava pensando até em investir na área, mas comprar ações que empresa?
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  6. #26
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    Citação Postado originalmente por Fuut Ver Post
    Eu amo e-sports e inclusive já podemos assistir torneios e programação voltada para isso em canais como SporTV, ESPN e Esporte Interativo.

    Williams contrata gamers e forma equipe de e-sports para torneios de F1 virtual
    Por acaso tava pensando exatamente nisso, comparar os reflexos desses top e-atletas com os reflexos dos tops em esportes de reflexo, como a F1. Eu prevejo que os top e-atletas dariam um pau até em pilotos de F1, pq eles são selecionados numa base de milhões (quase bilhões) de competidores, enquanto que do kart a F1 acho que a escala de competidores é de milhares. E com as equipes de olho nisso, logo logo os pilotos de F1 devem vir (serem descobertos) a partir e-sports.
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  7. #27
    Chip Leader Avatar de semvagas
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    Citação Postado originalmente por VitorT Ver Post
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    Eu amo e-sports e inclusive já podemos assistir torneios e programação voltada para isso em canais como SporTV, ESPN e Esporte Interativo.

    Williams contrata gamers e forma equipe de e-sports para torneios de F1 virtual
    Por acaso tava pensando exatamente nisso, comparar os reflexos desses top e-atletas com os reflexos dos tops em esportes de reflexo, como a F1. Eu prevejo que os top e-atletas dariam um pau até em pilotos de F1, pq eles são selecionados numa base de milhões (quase bilhões) de competidores, enquanto que do kart a F1 acho que a escala de competidores é de milhares. E com as equipes de olho nisso, logo logo os pilotos de F1 devem vir (serem descobertos) a partir e-sports.
    Nossa, nada a ver uma coisa com a outra.
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  8. #28
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    Citação Postado originalmente por semvagas Ver Post
    Citação Postado originalmente por VitorT Ver Post
    Citação Postado originalmente por Fuut Ver Post
    Eu amo e-sports e inclusive já podemos assistir torneios e programação voltada para isso em canais como SporTV, ESPN e Esporte Interativo.

    Williams contrata gamers e forma equipe de e-sports para torneios de F1 virtual
    Por acaso tava pensando exatamente nisso, comparar os reflexos desses top e-atletas com os reflexos dos tops em esportes de reflexo, como a F1. Eu prevejo que os top e-atletas dariam um pau até em pilotos de F1, pq eles são selecionados numa base de milhões (quase bilhões) de competidores, enquanto que do kart a F1 acho que a escala de competidores é de milhares. E com as equipes de olho nisso, logo logo os pilotos de F1 devem vir (serem descobertos) a partir e-sports.
    Nossa, nada a ver uma coisa com a outra.
    Ueh, como nada a ver? Tudo a ver. Vc cria um simulador de corrida, bota pra centenas de milhões de moleques jogarem. Os que começarem a se destacar vc ainda treina em simuladores/competições mais realistas, e com certeza vc vai ter um grupo selecionado com reflexos (em média) muito acima daqueles poucos milhares que ainda competem da maneira "tradicional". Claro que vc ainda vai ter que fazer uma boa peneira entre os e-atletas, restando só aqueles que são capazes de adquirir a preparação física necessária pra disputas reais. Mas mesmo que vc descarte 90% deles nessa última fase vc ainda vai estar selecionando os melhores a partir de uma base de candidatos muito maior.

    A única questão que fica é se quando a competição chegar nesse nível as pessoas ainda vão estar interessadas em ver atletas competindo em carros de verdade. Ou se isso já vai ser coisa do passado, e elas já vão preferir ver e-atletas competindo em carros virtuais e "corridas malucas" (muito mais agressivas e "perigosas" do que as reais).
    Última edição por VitorT; 27-06-2018 às 17:09.
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  9. #29
    Chip Leader Avatar de semvagas
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    Citação Postado originalmente por VitorT Ver Post
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    Williams contrata gamers e forma equipe de e-sports para torneios de F1 virtual
    Por acaso tava pensando exatamente nisso, comparar os reflexos desses top e-atletas com os reflexos dos tops em esportes de reflexo, como a F1. Eu prevejo que os top e-atletas dariam um pau até em pilotos de F1, pq eles são selecionados numa base de milhões (quase bilhões) de competidores, enquanto que do kart a F1 acho que a escala de competidores é de milhares. E com as equipes de olho nisso, logo logo os pilotos de F1 devem vir (serem descobertos) a partir e-sports.
    Nossa, nada a ver uma coisa com a outra.
    Ueh, como nada a ver? Tudo a ver. Vc cria um simulador de corrida, bota pra centenas de milhões de moleques jogarem. Os que começarem a se destacar vc ainda treina em simuladores/competições mais realistas, e com certeza vc vai ter um grupo selecionado com reflexos (em média) muito acima daqueles poucos milhares que ainda competem da maneira "tradicional". Claro que vc ainda vai ter que fazer uma boa peneira entre os e-atletas, restando só aqueles que são capazes de adquirir a preparação física necessária pra disputas reais. Mas mesmo que vc descarte 90% deles nessa última fase vc ainda vai estar selecionando os melhores a partir de uma base de candidatos muito maior.

    A única questão que fica é se quando a competição chegar nesse nível as pessoas ainda vão estar interessadas em ver atletas competindo em carros de verdade. Ou se isso já vai ser coisa do passado, e elas já vão preferir ver e-atletas competindo em carros virtuais e "corridas malucas" (muito mais agressivas e "perigosas" do que as reais).
    Se for com simuladores é até ok. Agora se for em console não tem nexo algum.
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  10. #30
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    Nossa, nada a ver uma coisa com a outra.
    Ueh, como nada a ver? Tudo a ver. Vc cria um simulador de corrida, bota pra centenas de milhões de moleques jogarem. Os que começarem a se destacar vc ainda treina em simuladores/competições mais realistas, e com certeza vc vai ter um grupo selecionado com reflexos (em média) muito acima daqueles poucos milhares que ainda competem da maneira "tradicional". Claro que vc ainda vai ter que fazer uma boa peneira entre os e-atletas, restando só aqueles que são capazes de adquirir a preparação física necessária pra disputas reais. Mas mesmo que vc descarte 90% deles nessa última fase vc ainda vai estar selecionando os melhores a partir de uma base de candidatos muito maior.

    A única questão que fica é se quando a competição chegar nesse nível as pessoas ainda vão estar interessadas em ver atletas competindo em carros de verdade. Ou se isso já vai ser coisa do passado, e elas já vão preferir ver e-atletas competindo em carros virtuais e "corridas malucas" (muito mais agressivas e "perigosas" do que as reais).
    Se for com simuladores é até ok. Agora se for em console não tem nexo algum.
    A primeira triagem poderia ser feita através dos consoles sim, que rodariam o o mesmo software dos simuladores. Quem fosse num muito bom no console se motivaria a participar dos campeonatos, que estes sim já poderiam exigir um mínimo de periféricos simples (uso de volantes, pedais) e continuar evoluindo até chegar aos simuladores mais sofisticados (mas mesmo assim centenas, ou milhares, de vezes mais baratos que um F1).
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