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Tópico: MaisEv Epic Campaign 1 ItC Topic: PbF Tormenta RPG

  1. #3051
    Chip Leader Avatar de Felipe_Phil
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    28/08/08
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    Torv mergulha no lago e Orlando estava pronto para ajudá-lo, se necessário, mas nenhuma ação teve de ser feita, pois o único trabalho do pequeno foi carregar o machado anão até a superfície. Como toda a área já havia sido explorada e o mal fora liquidado, era hora de voltar à missão. A lágrima no peito de Orlando provava que aquilo valeu a pena, Cervantes tinha razão (embora não quisesse admitir) e todos estavam bem.

    Graveler parecia aliviado por não ter mais que cumprir com aquela sentença, podendo se locomover como desejasse daqui pra frente. E a gratidão do ancião foi grande a ponto de providenciar tesouros e transporte para todos, agora que Alice já não estava mais com eles. Era muito curioso aquele meio de transporte criado pelo Graveler, e Orlando aproveitou o trajeto para fazer suas orações e agradecer por ser um escolhido.


    Quando voltam, todos se surpreendem com a forma como chegaram, mas não havia tempo para conversas. Tudo seria contado – de diversas formas – nos dias posteriores. Apesar de ficar de fora das conversas, Orlando confirmava uma coisa ou outra a pedido de Cervantes, que queria confirmações. Conversando com Torv, disse que talvez poderia trocar aquele machado com algum dos elfos ou até mesmo com os Dungeon Crawlers, afinal nenhum deles usaria aquela arma, embora fosse poderosa.

    A viagem é mais curta, mas nada que mude para o clérigo, que empenha seu tempo entre treinos, meditação e orações, além de boas doses de vinho. Quando ouve sobre os problemas com os conjuradores, Orlando não se envolve, mas observa com atenção o que está acontecendo.

    Dada a impossibilidade de marcar uma região através de magias, o grupo vai com Morion, os Dungeon Crawlers e alguns dos melhores elfos e batedores. Enquanto os batedores trabalham, a praia é ocupada, e assim há de começar o trabalho de todos. Ao chegarem, o discurso de Morion inflama o orgulho dos elfos, e todos podem sentir a grandiosidade das palavras de seu líder. Orlando se sente motivado e feliz por fazer parte de uma grande causa.

    Ao se aproximarem, uma guerra entre goblins e hobgoblins estava em curso, mas com a aparição de um inimigo comum, eles se juntam para uma derrota coletiva. A sensação de vazio, no entanto, é instantaneamente percebida por Orlando, algo que ele já havia sentido antes, mas que sonhava nunca mais passar por isso. Antes de ir pra batalha, o monge tocou a lágrima para ter uma confirmação pessoal de que estava pra fazer o que deveria ser feito, e combateu!


    Depois da batalha, que foi simples devido à ordem dos elfos, principalmente, Orlando tentou curar um elfo gravemente ferido, mas sua magia falhou. Ele sabia que Valkaria não o abandonaria, mas algo naquele local bloqueava seus poderes.


    Torv é o responsável por questionar o líder sobrevivente junto com todos do grupo, enquanto Morion sai. A primeira pergunta de Orlando, obviamente, é: “por que os poderes mágicos e divinos não funcionam aqui?”
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  2. #3052
    Breakeven Avatar de Gëda
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    02/07/15
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    Ao sair da caverna, o grupo relata a Graveler sobre a missão concluída. Como agradecimento, o ancião entrega 15 belíssimas pedras para serem divididas entre os integrantes do grupo. Gëda, radiante, despede-se de Graveler e agradece pelo veículo que os levaria até a praia. No caminho, faz questão de mostrar a Hansel seu novo equipamento, observando os mínimos detalhes, dando ênfase ao polimento e a cor da obra-prima.

    Nas semanas que seguiram, Gëda não dá muitos detalhes sobre sua experiência com o espelho - o elfo não queria reviver a dor, porém, a luta com o aracnarcano e suas criações é narrada minuciosamente, com evidente orgulho. Seus dias consistiram em acordar cedo, caminhar pelo barco e se inteirar dos acontecimentos e da rotina da tripulação, - Gëda se interessava por tudo e todos, nenhum assunto era irrelevante para o elfo, que sentia-se extremamente feliz em poder desfrutar cada momento com seus irmãos, - e exercitar-se com Pantera.

    Em duas semanas, a embarcação chega ao destino. Morion expõe as dificuldades de realizar a invasão, revela o plano que decidiu ser o melhor - dado o cenário em que se encontravam - e finaliza com um discurso que inflamou a coragem de Gëda. "Guerra!", gritou o elfo com todas as suas forças. A energia das palavras percorreu todo o seu corpo, fazendo com que toda e qualquer insegurança se dissipasse. No entanto, ao colocar os pés na praia, somente o vazio. Um vazio angustiante, sentimento com o qual Gëda já estava familiarizado. "Lennórien..."

    Recuperando a concentração rapidamente, Gëda lança sua flecha no inimigo, repetidas vezes, até o fim do combate. Seu novo arco não mantivera o desempenho da caverna, mas ainda assim, permitiu que o elfo eliminasse alguns inimigos. "Curioso! Parece que algo reduz o efeito do meu ataque."

    O elfo não consegue esconder sua satisfação ao ver os corpos dos goblinoides caídos no chão, sem vida. "Ohta"*, diz Gëda entredentes, enquanto examina as criaturas. Ouvindo as perguntas de Hansel e Orlando direcionadas ao líder do grupo goblinoide que fora poupado, o elfo aguarda as respostas em silêncio, pois suas dúvidas haviam sido mencionadas pelos companheiros.

    *Guerra
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  3. #3053
    World Class Avatar de Joshua
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    13/03/10
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    O grupo retorna triunfante ao encontro de Greveler. Com espólios e novas armas. Armas brilhantes e pomposas, tanto o quanto poderosas! O arcabuz encostado no ombro direito do pirata denotava que o seu novo mestre estava orgulhoso por tê-lo. No encontro com Greveler, a ausência de Alice é lembrada e Cervantes lamenta mentalmente por não ter mais aquele pitelzinho de carne caminhando junto ao grupo. Sempre era reconfortante olhar um pedaço de carne feminina de vez ou outra. “Fazer o que? Se foi de mala e cuia!” Respondeu ao gigante de pedra. Dando de ombros, o pirata sorri tortamente ao receber a recompensa de Graveler. Pedras preciosas! Cervantes já havia colocado seus esbugalhados olhos em algumas, mas a maioria ele nem fazia idéia do que era. Sorte que Torv comentou ser um expert e que poderia faturar muito em cima delas. (...)
    Após um passeio num veículo de pedra criado por Greveler (sua segunda recompensa!) o grupo retorna ao navio, totalmente concertado para o deleite de todos. A missão havia sido um sucesso para todos envolvidos. Cervantes, mais uma vez, salvava o mundo! “AYE!”

    O novo mastro agradou aos primeiros olhares críticos do pirata, que movimentou sua cabeça em sinal de positivo aos marujos que aguardavam seus comentários. Tudo perfeito, vamos nevegar! E navegaram rápido. O Vingança cortava o oceano, feroz como seus tripulantes, impávido como Cervantes e sua nova arma. Hansel se certificou de cantar o que havia acontecido, com Cervantes utilizando seu hiperbolismo costumaz para engrandecer os momentos críticos. Até mesmo Orlando participou na hora que o grupo compartilhava sua aventura com a tripulação. Foram bons momentos dentro do navio. Em questão de duas semanas, tempo record pensou o pirata, eles chegaram ao destino e as palavras ecoaram pelo deck “TERRA À VISTA”. “Aye, terra à vista!

    Morion era um líder fugaz e preparou a abordagem perfeitamente, com botes separados por função. Ele faz um discurso que mexeu com o brio de todos, até de não elfos, até do Lefou pirata. Ali Cervantes é lembrado que participava de algo maior, algo que nunca antes havia feito na vida. Cervantes grita junto com a turba élfica: “ARRRR!!!”

    Já chegando na praia, o primeiro encontro ocorre com goblinóides. Cerca de 30 tontos deles pareciam lutar entre si, mas, ao avistar os invasores, resolvem unir forças. Cervantes sempre pensara em goblinóides como seres inferiores, pois eram burros, confusos, fáceis demais! Mais rápido do que uma ida de Cervantes ao cagadouro, a batalha termina e um dos bichanos é poupado para interrogatório. O pirata nota que sua arma não parece ter a mesma potência que demonstrara na ilha de Graveler. Seus companheiros também pareciam mais chochos, e até mesmo os conjuradores – Cervantes havia notado – haviam falhado alguma vez. O que acontecia ali? Cervantes queria saber!

    (...)

    O goblinóide é alvejado com diversas perguntas, todas importantes para saber o que se passava ali, mas Cervantes também queria saber a resposta para as suas dúvidas.

    “Pooooor que você estava batalhando com os outros goblinóides?”
    “O que você prefere, ser obrigado a beijar a bunda do Hansel todos os dias ou ter que chupar o dedão de torv dia sim dia não?”
    Última edição por Joshua; 20-10-2016 às 13:59.
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  4. #3054
    World Class Avatar de TURCI
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    Seguindo o instinto ladino, Torv mergulha e encontra os Tibares de platina que foram imediatamente para o saco de moedas e um machado anão de gelo eterno que imediatamente não tinha utilidade para o grupo, porém sempre tem valor de venda. Ao passar pelo aracnarcano, o pequeno provou pela primeira vez o sabor da matéria vermelha. "Hummm, é melhor do que o gosto normal de carne aracnídea"


    Enquanto o grupo fazia o caminho de volta, Torv pensava: [i]"Foi mais difícil convencer Graveler a nos deixar entrar do que acabar com todo "mal" que ele dizia habitar a caverna. Embora talvez fosse tudo que Graveler pudesse oferecer, se o mal era tão mal assim, 15 pedras era um pagamento muito pequeno por trazer a "paz". Insatisfeito, Torv diz a Hansel para entregar as pedras quando chegarem em Valkaria, assim ele venderia por valores um pouco melhores. Com sua mágica, o Guardião providenciou um veículo para levar os companheiros de volta. Talvez Torv era o que menos se importaria com gastar tempo se deslocando ao invés de teleportando. A maior perda era tática e a vantagem contra os inimigos.


    Quando o pequeno avista o barco, pensa:[i]"Ainda bem que é um barco comandado por elfos, se a tripulação fosse de piratas como Cervantes, o barco não estaria arrumado e estaríamos ouvindo competição de quem grita "AYE" mais alto.


    Em silêncio Torv cumprimenta os Dungeon Crawlers, Morion e o capitão e assim procura permanecer toda a viagem quando está rodeado de muita gente. Durante o período que se passou viajando, Torv procurou entender quão forte eram os Dungeon Crawlers, observando o que faziam e ouvindo tudo o que falavam. Se seriam companheiros da batalha seguinte, o pequeno precisava entender até onde eles seriam capazes de ir. Além disso, procurou se alimentar sem usar como alimento a tripulação. Por vezes pescou, em outros momentos voou. Esse tempo foi usado também para conhecer a nova arma, testar o equilíbrio, o peso, ataques voando, ataques em solo e toda a prática que uma nova arma requer, ainda mais uma tão forte, uma que se chama Liberi.


    Certa noite, após um longo período de leitura, Torv vai até Orlando, que dizia ao pequeno sobre trocar o machado com os elfos ou os Dungeon Crawlers. Aproveitando o momento diz: "Orlando, meu amigo. A magia já não faz parte de mim há um bom tempo e eu conservo uma poderosa arma mágica comigo. Não faz sentido eu usá-la, portanto nada melhor do que entregar para quem mais é capaz de me proteger. Gostaria que ela fosse sua a partir de agora e que seja usada sempre em busca da libertação da nossa deusa." Dizendo isso, de um pano velho e surrado Torv desenrola com cuidado a varinha de fogo e entrega ao amigo. Com um cumprimento sincero, retira-se. Em seguida vai até Gëda e diz: "Gëda, sei que apesar de lutarmos lado a lado não somos próximos, praticamente nunca nos falamos - nesse momento Torv percebeu que talvez a razão disso fosse que ele próprio quase nunca falava - mas quero te dar algo. A magia já não faz parte de mim há algum tempo, na época eu era outra criatura, algo totalmente diferente na minha aparência física e também com outras habilidades. Continuando, também já tive um familiar que devido a minha transformação infelizmente não me acompanha mais e por essa razão em homenagem a ela e por saber como é ter a responsabilidade de ser dois, gostaria de te oferecer isso." E mais uma vez, desenrolando com cuidado, oferece a Gëda o cajado de gelo. "Espero que você faça um bom uso dele, e que te ajude na vingança élfica.". Dizendo isso e sem querer ver as reações do elfo, Torv se afasta com um cumprimento firme.


    Com Morion no comando a questão estratégica estaria resolvida, isso não era uma preocupação momentânea para Torv, ao contrário de quando percebeu os conjuradores não conseguindo fazer o que queriam e quanto poder esses bloqueios poderiam significar.
    No bote até a praia, Torv encontra Malladar, o elfo negro cujo a vida poupou há algum tempo. "Talvez eu devesse ter comido ele, sei lá. Espero que ao menos seja útil"


    Torv assiste de perto o discurso de Morion que mexeu com todos e partem em direção da praia, onde haviam dois grupos tribais lutando. "[i]Há alguma disciplina nessas cabeças ocas, ou alguma ordem de alguém suficientemente poderoso para eles sintam medo o suficiente e sigam. Ao saltar na praia, Torv sente no ar uma sensação de vazio, além de tempos depois notar que a nova arma não tinha a mesma força se comparada ao uso na caverna. Isso é realmente surpreendente, a magia, o poder mágico deles pode ser incrivelmente forte"


    Com o líder do grupo preso, Morion pede a Torv que consiga informações, e assim o pequeno fará. Falando em globlinóide diz:


    "Sei que você é um guerreiro duro, mas há um jeito fácil de nos passar o que queremos e quem sabe eu consigo convencer eles de pouparem sua vida e você possa voltar para sua tribo. Nossa luta não é contra você." Logo após dizer isso, Torv pega sua adaga e corta um dedo do líder.


    "É melhor não saber o que vou cortar quando os dedos acabarem. Cada vez que eu não estiver satisfeito com uma resposta vou cortar algo e depois fazer questão de mostrar a todos que você conhece a vergonha que você é. Responda as perguntas antes que eu precise usar a adaga novamente"

    Ignorando o que Cervantes disse, Torv faz as perguntas dos companheiros.
    Última edição por TURCI; 21-10-2016 às 16:10.
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  5. #3055
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    25/11/09
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    Depois de urrar um pouco de dor pelo dedo perdido, o goblin começa a falar:


    "Sou Ghordax! O líder dos batedores da aldeia! O General mandou nosso chefe cuidar da praia, e é o que fazemos! Estamos sempre de guarda! Há patrulas todos os dias e por toda a região! Meu grupo cuida da praia! Mas até hoje, ninguém nunca tinha vindo do mar.

    Aqueles malditos que derrotamos eram da aldeia de Tyranix! Esses malditos sempre vêm à nossa praia. Vêm da montanha querendo pegar a nossa praia! Mas não vamos deixar! A praia é nossa! A praia é de Ghildorax!

    Sua magia não funciona por causa do totem! O totem do General! Ele deixou de presente para a aldeia uma figura enorme de madeira! Ela é poderosa e abençoada por Ragnar! Só os abençoados podem lançar magia! O totem tá la na nossa aldeia. E não vão chegar à nossa aldeia. Você vão me matar de qualquer jeito, não vou falar!

    O General acha que manda na gente, mas a gente faz o que quer! A gente só vem pra praia porque a praia é nossa, e não custa nada pra gente. Ghildorax é quem manda de verdade aqui! O General nem vem nos ver faz tempo, agora é tudo pro norte.


    E se existem outras aldeias? Perto? Não! Longe? Sim! Mas estamos em todos os lugares entre aqui e ali!

    Aqueles malditos dos Tyranix moram nas montanhas bem pro sul! Longe daqui! Mas sempre tem gente deles aqui! Querem a praia, mas a praia é nossa!"


    Depois dessa última resposta, e de mais uns dois dedos cortados, quando ficou claro que ele não falaria onde estarva a aldeia deles, Morion pediu para vocês ficarem de olho enquanto eles armam o acampamento, afirmando que Malladar tomaria a responsabilidade de continuar o interrogatório. O elfo negro sorri maliciosamente enquanto conduz o goblinoide para longe dos olhos de todos.


    O resto deste primeiro dia da invasão é gasto construindo um acampamento, preparando armadilhas e alarmes e certifcando-se de que tudo fcará o mais escondido possível.


    À noite, na hora do jantar, as sentinelas já estão a postos, revezando-se em turnos de guarda o tempo todo. Morion reúne-se com vocês:


    "Depois de tanto tempo, fnalmente estamos de volta. É bom voltar a respirar o ar de Myrvallar, mas não podemos nos desviar de nossos objetivos. Precisamos estabelecer um acampamento logo e nos certifcarmos de que é seguro. Não podemos ficar na praia para sempre. Em alguns dias, os primeiros batedores devem estar de volta. Então adentraremos a floresta. De acordo com Fren, há um lugar mais do que apropriado para montarmos um grande
    acampamento — bem debaixo do nariz da Aliança Negra, mas longe de seus olhos de rapina."


    Fren toma a palavra:


    "Há uma cachoeira alguns quilômetros para o nordeste. Ela esconde um longo corredor rochoso que termina em enormes salões depedra. Perfeitos para várias pessoas habitarem, e ideal para esconder pessoas e mantimentos. Acho que é ideal para o que Morion quer."


    Morion continua:


    "Também precisamos saber mais sobre o tal totem que o goblin mencionou. Só podemos imaginar o que seja — e sentir seus efeitos. Precisamos nos livrar desse totem o mais rápido possível. Por ora, descansem, se alimentem e relaxem. Vão precisar de todo o descanso possível para começarmos de vez nosso ataque. Mas por favor, não se aventurem para fora da praia, não queremos que nossa posição fique comprometida."


    Este é o fim da parte 2 da aventura. Vou passar a todos os seus XPs, vocês podem fazer um post rápido de suas reações à conversa e ao que foi dito, e descreverem seus atos até o cair da noite. Todos precisam descansar pelo menos 16 horas (Orlando, 8) pra recuperar todos os PVs. Torv precisa comer um animal de porte grande, ele encontrará no mar.

    Está chegando a hora...
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  6. #3056
    World Class Avatar de samuca
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    Hansel observa enquanto Torv faz as perguntas e extrai as informações necessárias do góblin chamado Ghordax. Por mais eficiente que o companheiro fosse, o bardo se impressionou com a sinceridade do prisioneiro que prestou uma valiosa contribuição para o sucesso da empreitada.

    Conforme imaginado, havia mesmo algo bloqueando o uso de magias: um totem dado pelo próprio Twor. Devia ser um artefato muito poderoso, pois os seus efeitos se estendiam por uma grande área. Pensando melhor, Hansel conclui que devem haver vários outros destes totens espalhados pelo continente sul, o que explicaria a virtual inexistência de incursões na região.

    Após compartilhar seus pensamentos com Mórion e o restante do grupo, Hansel se prepara mental e fisicamente para a incursão que se aproximava. Os batedores enviados logo retornariam e então o exército, como próximo passo, estabelecer-se-ia em um local próximo da Aliança Goblinóide, porém, protegido e oculto - segundo relatos prestados por Fren. Além disso, teriam de procurar o acampamento do grupo de Ghordax para destruir e entender melhor o funcionamento do totem.

    "A privação da magia não é nada favorável, ainda mais agora com todas as coisas que posso fazer".
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  7. #3057
    World Class Avatar de Joshua
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    Cervantes participou de todo o interrogatório ávido pela resposta ao seu questionamento. A medida que o goblin falava, o pirata imaginava se seria a resposta: bunda de hansel ou dedão de Torv. Infelizmente Torv ignorou Cervantes quando este perguntou se o góblin havia respondido sua pergunta. Dando de ombros, o pirata vai até Mórion e diz que estava disposto a participar de qualquer tipo de missão,seja para destruir o totem ou ficar em algum local alto para vigília, onde sua arma poderia fazer grande estrago. Por hora, era melhor descansar. Seu corpo exigia um bom descanso de algumas horas e o pirata se permitiu deitar, fechar os olhos e sonhar com o grande Oceano.
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  8. #3058
    Breakeven Avatar de Gëda
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    Gëda acompanha o interrogatório feito por Torv, enquanto relembra a noite em que o pequeno lhe surpreendeu: "Um cajado de gelo! Não bastasse a estranheza de vê-lo se dirigir a mim, ainda me presenteia com um cajado?! Espero não haver motivos obscuros por trás dessa decisão.", o elfo sorri com o canto da boca e volta sua atenção para o goblin, que desatou a falar.

    Após o interrogatório, a construção do acampamento e a janta, Gëda sai para caminhar com Pantera. "Está chegando a hora, minha amiga! Você vai conhecer o lugar onde meu coração está.", o elfo dá um meio sorriso, enquanto as lembranças boas e ruins invadem sua mente. Ao retornar ao acampamento, Gëda, exausto, adormece em meio aos pensamentos ansiosos sobre a batalha que se aproximava.
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  9. #3059
    World Class Avatar de TURCI
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    Torv resolveu usar de força ao invés de diplomacia ou enganação para conseguir as informações. Aparentemente teve relativo sucesso recebendo várias respostas. Após o interrogatório, Torv escuta Morion e aguarda as novas instruções. Procura no mar alimento suficiente para se recuperar e estar pronto para o dia seguinte. Após comer e rezar, passou o período lendo.
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  10. #3060
    World Class Avatar de luigibr
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    Declaro para os devidos fins que o RPG está encerrado por razões pessoais.


    Por favor, respeitem meus motivos e não me questionem no Skype, Whatsapp ou qualquer outro lugar, não vou mais falar nada a respeito disso, e quero esquecer essa situação o mais rápido possível. Não quero falar com ninguém sobre isso.


    Um dia, eu passo a vocês como as coisas terminam.


    Abraços, boa sorte a todos.
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