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Tópico: bloobfish

  1. #11
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    Ando frequentemente a cavalo mesmo que a primeira vez tenha sido já era adulto. Minha primeira vez com o cavalo foi durante minhas férias nas montanhas do Altai.Normalmente as pessoas que moram naquelas regiões ganham dinheiro alugando cavalos domésticos para turistas, mas sempre rola uma enganação nos preços. Montei o cavalo, aprendi o basicão e embrenhei-me floresta adentro.
    Gostei tanto que uma semana depois participei de uma excursão a cavalo, pelo interior das regiões do Altai, que durava um dia inteiro. Dessa vez consegui galopar pela primeira vez e senti um grande amor pelo cavalo.

    Quando voltei a minha cidade natal comecei a procurar por passeios cada vez mais frequentemente.
    Na minha cidade havia 2 estábulos. Num deles os cavalos estavam num estado muito precário. (não pela vida boa no estábulo)
    No outro as condições eram melhores, mas havia só duas opções:
    Ter aulas de montaria ou fazer um passeio pela floresta.
    Eu não planejava dedicar-me ao hipismo e sim a passear na floresta fazendo realizados a trote pela mesma trilha cerca de 1 km de comprimento entre a estrada e o estádio.
    Não posso esquecer também de mencionar que temos 7 meses de frio e que durante esse período os cavalos sofrem muito para sair do estábulo e carregar alguém sem saber para onde através de montes de neve.
    E foi assim que a vontade de estar sempre cavalgando desapareceu.


    Logo que mudei de endereço comecei a procurar novamente. Entretanto todas as buscas terminaram em fracasso, porque todos os estábulos estavam fora do alcance dos transportes públicos e naquela época não tínhamos um carro.
    Com a tentativa seguinte a história foi diferente. Havia um ônibus que nos deixava a 10 minutos do local, a partir do qual abria-se uma vista para um terreno baldio enorme contornado por uma floresta. Ali encontrava-se o que eu tanto buscava.
    Havia estábulos, duas circuitos para treinamento e um lugar para pastagem e piquete. Parecia confortável e como se tivesse sido projetado para os animais.
    O estábulo oferecia aulas de equitação e passeios no parque que duravam de 1-3 horas, e uma vez a cada dois meses, eles organizavam vários dias de trekking em diferentes regiões do Brasil. A equitação comum era realizada (como eu percebi mais tarde) no parque ecológico mais próximo que tinha 10 km ² e que era aberto apenas para pilotos e ciclistas.

    Eu não esperei por muito tempo para realizar meu segundo passeio no parque pois queria muito refrescar a sensação de estar em uma sela antes da próxima caminhada que perduraria o dia inteiro.
    Num belo fim de semana fomos para a nossa segunda expedição e entre os participantes havia uma garota de 8 anos chamada Amy.
    A mim foi dado Cardinon, Amy montou a égua Luna.
    Assim que chegamos no parque nossa instrutora autorizou a mim e a Amy seguir enfrente e subir a montanha enquanto ela inspecionava a habilidade de trotar da amiga
    O parque era enorme e tinha muitas trilhas. Estivemos lá só uma vez.
    A pequena garota japonesa parecia estar tão confiante de si que decidi seguir cavalgando atrás dela. Quando alcançamos o lado oposto de uma pequena relevo avistamos uma bifurcação e a garotinha parecia bastante indecisa sobre qual caminho tomar e então passei por ela para dar uma espiada nos caminhos aos quais a trilha levava. Quando eu emparelhei meu cavalo com o da Amy ouvi um barulho estranho parecido com de um apito. Não tinha certeza se o som que contornava ecoando em meus ouvidos era produto da minha imaginação ou se era um som feito pelo cavalo da Amy. Talvez Amy tivesse tentado puxar o cavalo e coloca-lo em pé. Cardinon se assustou e começou a galopar imediatamente. O cavalo da Amy atrás de nós. Depois de subir e galopar rapidamente montanha a baixo consegui controlar o ofegante Cardinon ainda que Amy e Luna se aproximassem a galope.

    Decidimos ficar entre os arbustos. Esperamos um bom tempo pela nossa instrutora e chegamos a conclusão que seria mais fácil voltar para a entrada do parque para descobrir se tínhamos pego a trilha certa.
    Trotávamos em direção à estrada principal lentamente. Eu ia um pouco a frente. Amy alguns passos atrás. Amy queria me dizer alguma coisa e emparelhou seu cavalo com o meu novamente. Assim que a cabeça do Cardinon tocou a cernelha da Luna escutamos aquele som esquisito de novo e Cardinon colocou-se a galopar. Aparentemente Amy como da outra vez se assustou e desta vez já nos primeiros metros escutei gritos histéricos: Para, Luna, Para! Não entrei em pânico, puxei as rédeas tentando parar o cavalo e, por vezes, tentava dirigi-lo ao grupo de arbustos (a maneira usual para parar o cavalo em uma situação crítica), sabendo que havia um portão de 3 metros em nosso caminho onde o cavalo teria que parar de uma maneira ou de outra.

    Às vezes, os gritos da Amy se ensurdeciam, pois a menina parecia estar mais ocupada se esforçando para manter-se sobre a sela. Aproximando-se do portão, Cardinon virou a cabeça, olhou em volta e reduziu a velocidade como eu esperava. Enquanto Amy se aproximava virei à esquerda para deixar algum espaço para Luna. Foi um erro fatal.
    Tendo ouvido os cascos, Cardinon começou a procurar maneiras de escapar e conseguiu. Havia um caminho bem estreito ao lado esquerdo e meu cavalo decidiu desta vez por si só que deveria entrar por ali. Aquele caminho não deveria ser usado para passeios a cavalo: muitas curvas, galhos de árvores no caminho bem na altura do cavalo, isso para não mencionar a altura de um cavaleiro. Estava longe de ser fácil para galopar com todas aquelas curvas e por isso eu apenas me focava em me manter na sela desviando dos galhos. Eu não ouvia a voz da Amy, mas o som dos cascos me faziam pensar que Amy estava fazendo o mesmo - fazendo o seu melhor para ser machucar menos.



    Uma volta e meia depois avistei Luna e a sela vazia. Os ramos foram ficando cada vez mais densos, o caminho, que no início percorria ao longo da cerca do parque, estava agora adentrando a floresta.
    Sentia meus braços ardentes pela fricção com os arbustos e tinha esperanças de entrar numa trilha mais larga. Mais uma curva e vi surgir diante dos meus olhos uma surpresa nada agradável . Um tronco enorme de uma árvore estava pendurado do outro lado da pista, fixado um pouco abaixo da altura do cavalo. Cardinon parecia decido a não titubear e foi enfrente. Só tive tempo de ajustar um pouco a sela antevendo oque estava prestes a acontecer. O cavalo abaixou a cabeça, e eu...pbrulum. A próxima coisa que me lembro era a minha mão sobre a sela, e eu ainda sobre o cavalo, o gosto de forte de sangue na minha boca, o sangue dos ferimentos na testa escorrendo e recaindo sobre meus olhos. e estamos indo por um caminho largo.
    Naquela hora já não era mais difícil conduzir o cavalo e vira-lo em direção ao grupo de árvores e para-lo. Desci do cavalo e comecei a leva-lo pela rédea. Em meio minuto, um guarda do parque em uma moto chegou ao local. Ele tinha saído de sua guarita por causa dos gritos que ouvira. Ele perguntou como eu me sentia, mas preferi dar mais atenção ao fato de que o segundo cavalo estava indo em direção a entrada do parque. Com movimentos conturbados, partimos em busca da instrutora. Fui embora com um corte na testa e um par de dentes perdidos.

    Ainda em estado de choque não me atrevi a montar no cavalo novamente e fui a pé até a entrada do parque. Quando cheguei ao portão de entrada os guardas lá me disseram que a menina saiu com alguns hematomas, por causa da queda, nervos a mil e voz tensa. Logo em seguida nossa instrutora chegou e continuamos nossa "caminhada".

    Quanto ao aspecto moral de manter os cavalos em cativeiro, dizem que as pessoas atormentam os animais e os fazem se reproduzir apenas para o bem dos seres humanos, e não por sua própria vontade. Faz algum sentido sobre a corrida de cavalos. Afinal, apesar do espírito competitivo de qualquer competidor, a quantidade de dinheiro por trás deste business faz com que até as tripas do animal sejam arrancadas para fora.
    Mas quando se trata de equitação, bem como o papel do animal na fazenda, então eu não acho que tudo é tão ruim assim.
    A razão que os meio-ambientalistas costumeiramente trazem a tona: O cavalo viveria com os humanos se ele tivesse o poder de escolha? Eu confio na minha própria experiência. Eu morava em uma pequena vila nas montanhas de Altai há algum tempo. A existência deste povoado seria impossível sem o cavalo, pois não pode ser alcançado de carro, ou até mesmo de trator.
    Então os cavalos fornecem a sementeira e a colheita à vida das pessoas. Em contrapartida, as pessoas dão a eles um abrigo quente perante o frio do inverno (a temperatura cai para -40 ° C). Assim, essa união ajuda ambos a sobreviverem.
    Se essa cultura de equitação não existisse, a população de cavalos iria diminuir a números muito mais baixos do que os atuais, e esse é um dos motivos pelo qual considero razoável manter o cavalo como animal doméstico. Uma vez que a equitação é um esporte popular, as pessoas defendem estes animais, ficam de olho na saúde deles e na população, até mesmo obtendo novas raças.
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  2. #12
    World Class Avatar de Picinin
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    Não sei como tão poucas pessoas lêem esse tópico.
    razios, mengoo, Grub and 4 others like this.
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  3. #13
    Table Captain Avatar de alanzao
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    Op, poderia dizer ao menos seu nome?
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  4. #14
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    Meus companheiros me chamam de Arshavin.
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  5. #15
    Table Captain Avatar de alanzao
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    Continue com as histórias, são muito interessantes! Se possivel aborde temas culturais que são bem diferentes entre aqui e a Russia. É um tema bem interessante, até mesmo pq vcs russos são MUITO LOUCOS!!

    ty
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  6. #16
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    Há uma questão que me incomodou por um bom tempo: O que é de importância absoluta para um homem. O que se pode desenvolver sem limites mesmo com todos os efeitos colaterais que este desenvolvimento pode causar, melhorando como individuo e um membro da sociedade?


    Quando eu era criança, meus pais diziam que ser inteligente é a coisa mais importante da vida. Todos as outras coisas estão em segundo plano. Se você é inteligente, você é útil para a sociedade, e a sociedade vai te corresponder com a mesma moeda. E não basta ser apenas um erudito que leu muito, tem que ser mesmo inteligente! Eu sempre convivi confortavelmente com essa ideia, sempre tentando ser mais inteligente esperando poder um dia fazer parte da sociedade seleta de homens que são de fato inteligentes. Julgava que tal lugar só poderia ser a universidade e a comunidade científica. Acreditava que pelo fato dessa comunidade, ser formada apenas por homens inteligentes, tudo já tinha sido pensado e tudo era justo permitindo que todos ficassem satisfeitos.

    Mas a realidade russa acabou sendo um pouco diferente. Tem sido assim na Rússia desde o governo soviético, a maioria das instituições de ensino superior são do Estado. As universidades russas tem um orçamento medíocre; o salário médio de um cientista é oficialmente 550 dólares (18 mil rublos). Em comparação com o Brasil, professor de primeiro ano aqui recebe cerca de 4.000 dólares após impostos. É uma outra ordem de magnitude. E tendo em conta que os chefes de departamento e professores têm salários mais elevados do que aqueles no início de suas carreiras na universidade, jovens cientistas ganham em média US$ 400. Para sobreviver eles têm que trabalhar em tempo parcial em outro lugar, o que naturalmente torna a qualidade de seus trabalhos científicos muito pior. Outra opção é tentar a sorte em outro lugar: procurando um emprego não relacionado a ciência ou um trabalho científico, mas no exterior.

    Ah, sim, como eu poderia esquecer dos subsídios e bolsas! Eles apoiam as pesquisas científicas que o governo reconhece como importante. Estes projetos são em sua maioria de defesa e/ou algumas ciências aplicadas. Para receber uma bolsa, além das obrigações, você tem que se ajustar a alguns critérios.
    Quando se tem cheiro de dinheiro no ar, tudo é feito por todos os meios possíveis, e geralmente aquele que é o melhor em exibicionismo leva: Muitas pessoas parafraseiam o mesmo trabalho de pesquisa e o publica cinco vezes, além disso pedem para alguns cientistas mencionar os seus nomes entre a lista de autores e em troca mencionam esses seus nomes no trabalho deles, fazem citações a partir de seus próprios trabalhos, a fim de aumentar o seu índice de citações, etc.
    Essa é a forma como o dinheiro desaparece. Os recursos foram alocados, mas o output real é aproximado a zero. A ciência pura é simplesmente acometida a dar passos de tartaruga nestes casos.


    As universidades russas normalmente tem dois tipos de pessoas, Os fanáticos, e aqui uso o termo fanático no melhor sentido da palavra (especialmente dedicado e disposto a trabalhar e fazer de tudo para conseguir qualquer soma de dinheiro) ou aqueles que não são capazes de conseguir um emprego melhor remunerado (os mente-fechada ou simplesmente estúpidos). Os fanáticos são peças vitais, embora não há mais do que 20 por cento deles como em qualquer outra area.

    Um argumento que suporta todas essas ideias é a minha própria experiência encontrado cientista russo da nova geração. A maioria deles é faz parte daquele tipo de cliente escorregadio que está constantemente à procura de lucro. No entanto já escutei histórias suficientes sobre os cientistas russos e suas ações estranhas e inexplicáveis, mas isso deixarei para um outro post.
    A propósito: a comunidade brasileira de cientistas parece muito mais como o que eu imaginava na minha infância.

    Ok, vamos deixar o assunto como a política de governo russo de lado e manter o foco nos valores humanos. Enquanto eu era um estudante do último ano eu tinha claramente na minha mente que ser inteligente não era uma panaceia. Mesmo por intuição, quem parece ser uma pessoa melhor, mas fazendo coisas ruins e, devido à sua inteligência, executando essas coisas, de forma elegante e elaborada, é inteligente ou um tolo simples tentando não atrapalhar?
    Podemos ver em quadrinhos que são muito populares no momento um exemplo notável de malfeitores inteligentes em exagero. Dr. Hugo Strange, Mr. Freeze e Anarquia de Batman, Dr. Mobius, Alistair, Dr. Octopus de Homem-Aranha. Este contra-exemplo desencadeou uma nova pesquisa sobre uma característica humana absolutamente útil e proveitosa.

    Este lugar tende a ser tomado pela verdade. Seja sempre honesto e a sociedade estará sempre bem. A sociedade está bem - e você é como um membro da sociedade também. Mas uma maçã acabou por ser carcomida. Imagine uma situação: um avião está caindo. Para aumentar as chances de sobrevivência das pessoas a bordo, o comissário de bordo não deve dizer aos passageiros sobre a queda. E se questionado, ele tem que contar uma mentira como "estamos transitando uma zona de turbulência" para evitar o pânico. Portanto, a melhor coisa neste caso é contar uma mentira.

    Outro exemplo impressionante de uma mentira necessário é um romance de Boris Akunin 'Irmã Pelagia e o Monge Negro". No romance um cientista, não disposto a pulverizar a curiosidade em torno de asteroides radiantes caindo do céu, prefere mentir para as pessoas, a fim de salvar suas vidas.

    No momento o equilíbrio está prestes a ser absoluto. Para ser inteligente, mas o mal é ruim. Para ser honesto mas estúpido - ruim novamente. Saber apenas matemática, mas não ter nenhuma ideia sobre a história nem arte -hm, questionável também. O saldo pode ser desenvolvido (ou seja pesquisado) para sempre. Mas talvez isso não dure por muito tempo e eu vou encontrar um outro contra-exemplo em breve.

    Infelizmente, no mundo moderno, o dinheiro é a coisa mais valiosa. É estranho ouvir isso de um jogador de pôquer, porque no pôquer basicamente o único objetivo é garimpar as pedrinhas de ouro. Para a maioria das pessoas só a vida de sua família ou a sua própria é mais valiosa do que o dinheiro. O resto é mais barato, (que palavra hein?) e muito mais barato.
    Se uma pessoa disse algo questionável, basta oferecer algum dinheiro e as palavras começam a se contorcer como bailarinas. A palavra é algo que você diz e esquece. Mas o dinheiro é uma coisa que você vai ter que procurar em algum outro lugar, ganhá-lo de alguma forma. Antigamente as apostas costumavam ser ainda maiores: você podia ser desafiado a um duelo. Mas a humanidade ganhou. Hoje é apenas dinheiro. E só porque ele é precioso para a maioria.
    A meu ver, isso é um dos poucos efeitos desagradáveis pós queda da Cortina de Ferro - dando um valor absoluto e absurdo para o dinheiro. Quando eles viram um mercado livre, as pessoas decidiram que, se você pode comprar quase qualquer coisa por dinheiro, você pode sacrificar qualquer coisa para obtê-lo. Contar uma mentira - fácil.
    Ser rude - por que não?
    Roubar? - Fique avonts, a casa é sua!
    Ah, mas e se não houver nenhuma outra chance de roubar?
    - Então nesse caso é melhor roubar mais ainda dessa vez.
    Matar?
    Bom esse dinheiro a mais certamente vai mudar minha vida para melhor!


    Para melhor...?
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  7. #17
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    gostei do tópico
    seguindo...
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  8. #18
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    Não tinha visto esse tópico!! A+
    Eu sou fascinado pela Rússia, já conversei com alguns russos e russas e todos eram muito gente boa e bem humorados, fora que as mulheres são lindas.
    Já disseram aqui no tópico mas vou reforçar, seu português é bem melhor que de 80 ou 90% do fórum, parabéns!!
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  9. #19
    World Class Avatar de lagostinha
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    cade as pics das irmas?
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  10. #20
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    Citação Postado originalmente por lagostinha Ver Post
    cade as pics das irmas?
    kkkkkkk a galera não perdoa
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